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911 Words
Pantera E aí, mulherada! Gael, mas vocês podem me chamar de Pantera. Eu tenho 28 anos e sou chefe da facção e dono do Morro da Babilônia e da Rocinha. Ultimamente, a minha vida tem se dividido entre a cela e a p***a do pátio desse presídio. Eu odeio essa merda aqui, mas eu rodei, e vagabundo deve estar pensando que eu rodeio na pista, mas não. Eu descobri que a mulher com quem eu estava ficando era uma policial e que ela ia me entregar para a polícia, tá ligado? Vagabundo estava me investigando bem debaixo do meu nariz e achou que eu não iria descobrir. Eu fui dando corda para ela e, um dia, quando ela foi se encontrar com os amiguinhos dela na delegacia, eu explodi a delegacia com todo mundo dentro. Só que foi f**a porque eu não saí na hora; eu fiquei atirando nos filhos da p**a que conseguiram sair vivos, e foi aí que a polícia chegou e cercou tudo. Não deu nem tempo de fugir, nem deu tempo dos meus aliados me tirarem de lá, mas aquela vagabunda tá morta. Eu não tenho nenhum arrependimento disso. Hoje é dia de festinha na cadeia, é quando mais mulheres vêm aqui fazer umas visitinhas. Eu sempre escolho a primeira porque eu gosto das melhores coisas da vida, tá ligado? Vagabundo hoje tá andando no sapatinho porque ninguém quer ir para a solitária; vai perder b****a, nunca, né? A hora foi passando rápido e os caras nem bola quiseram jogar. A maioria deles ficou na cela dormindo, aguardando energia, e eu aproveitei a paz do pátio para poder ficar sozinho com os meus pensamentos. Eu preciso dar um jeito de sair desse inferno; já fazem dois anos que eu estou aqui. c*****o, eu não aguento mais! Aqui o sol literalmente nasce quadrado, é f**a. Eu não quis a visita de nenhuma p**a aqui dentro. Quando eu quero f********o, eu espero por esses eventos que acontecem uma vez na semana. Para mim, tá muito bom, até porque se eu der confiança para uma vagabunda vir aqui me visitar, quando eu sair, ela vai achar que eu devo alguma coisa para ela e vai achar que ela vai ser minha fiel. E eu não sou do tipo de homem que tem muita paciência para esse tipo de bagulho. Quando deu a hora do evento, eu já estava pronto, assim como os outros presos. A minha cela foi a última a abrir, como sempre, mas todos ficaram no sapatinho esperando eu escolher primeiro. Eu fui olhando para as meninas; eram as mesmas de sempre, até que meus olhos pararam em uma ruiva que eu nunca tinha visto por aqui. Ela estava com cara de assustada, então eu me aproximei e falei que queria ela. Entrei na cela e ela entrou logo atrás. Eu fechei a cela e fui andando até a cama, se é que dá para chamar essa p***a de cama, né? Ela ficou parada me encarando, então eu levantei a sobrancelha e falei: Pantera: Quer um convite para tirar a roupa? Lídia: E... e... eu... desculpa - ela falou, tirando o vestido devagar. E na moral, que visão! A mina é gostosa pra c*****o, maior corpão da p***a. Meu p*u ficou que nem pedra na hora. Me levantei, me aproximando dela, e segurei no pescoço dela, encostando-a na parede. Tem muito mimimi. Eu comecei a beijar o pescoço dela e abrir o sutiã. Não demorou muito para os s***s dela pularem para fora, e p**a que pariu, a mina foi ficando mais bonita sem roupa. Tirei a calcinha dela rápido, mas ela continuava tremendo. Tirei a minha roupa rápido e ela tomou um susto quando me viu pelado. Pantera: Coloca meu p*u na sua boca agora, sua filha da p**a! Me mama! Ela ficou de joelho, um pouco desconfortável, e quando ela começou a me mamar, eu vi que tinha alguma coisa errada. Essa garota com certeza não faz programa e ela com certeza não sabe o que está fazendo. Eu tirei meu p*u da mão dela e perguntei: Pantera: Qual foi, mina? De s*******m com a minha cara? Lídia: Na, na, não! Desculpa, é que... eu sou virgem. Pantera: Tu é o quê, c*****o? Lídia: Virgem - ela falou, abaixando a cabeça, e eu fiquei desacreditado. Pantera: Então coloca a tua roupa e mete o pé, c*****o! Eu não tenho tempo para perder. Vaza da minha cela! Eu vou escolher outra mulher enquanto eu ainda tenho tempo. Lídia: Não, por favor! Eu preciso desse dinheiro. A minha mãe está no hospital e eu preciso pagar a operação dela. Só por isso que eu estou aqui. Eu nunca teria me metido em uma furada dessa se a minha mãe não estivesse no hospital entre a vida e a morte. Só tenho 5 dias para salvar a vida dela, então, por favor, eu nem sei se eu vou conseguir o dinheiro todo aqui só com você, mas eu preciso tentar porque eu preciso salvar a vida dela. Então, por favor, não faz isso comigo - ela falou com os olhos cheios de lágrimas, e eu perguntei: Pantera: De quanto você precisa para salvar a vida da tua mãe? Lídia: 30.000. Pantera: Você realmente não vai conseguir esse dinheiro só comigo, mas eu não vou te mandar embora. Mas você vai fazer o que eu mandar, e eu não sou o cara mais carinhoso do mundo, entendeu? Lídia: Sim.
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