A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [02/04/2024 18:41]
Capítulo 91
Fabiene narrando
Eu pego meu celular e ligo para o número que elçe tinah me ligado diversas vezes e eu não atendi, ele atende na mesma hora.
— Fabiene – ele fala
— Eu encontrei o pino vermelho – eu falo para ele – não deveria te ajudar, porque você não merece minha ajuda.
— Você sabe que é necessário – ele fala – confia em Jonas, vai com ele até lá!
— Eu não sei se ele é de confiança, não confio nele – eu respondo.
— Eu confio – ele afirma – confia nele, eu vou sair de dentro da cadeia pela porta da frente, é o primeiro passo que vamos dar para destruir Eduardo. Não é isso que você quer Fabiene? – ele fala no telefone e eu fecho os olhos porque a minha vontade era m***r o Imperador e não concordar com ele!
Eu desligo o telefone e pego a arma que tinha na boca, eu vou até onde estava Maria com Miguel e eu sorrio, pegando ele no colo, beijando ele muito,
— Você viu Jonas? – eu pergunto para ela
— Estava na boca com Rafael – ela fala
— Eu vou lá, qualquer coisa você me liga.
— Fica tranquila – ela fala
— Eu te amo amor da mamãe.
— Também mamãe – ele fala sorrindo.
Eu estava ainda com a parte onde estava o pino vermelho nas mãos tinha rasgado, passo por Samanta e nem dou bola para ela, entro na boca e encontro Rafael, Gabriel e Jonas, os três me encaram..
— Jonas – eu falo para ele – você vem comigo! – eles me encaram – é uma ordem, não é um pedido.
— Como assim? – ele pergunta
— Precisamos ir a um lugar.
— Que lugar? – Rafael pergunta
— O pino vermelho – falo mostrando para Rafael e ele me encara
— É arriscado – ele fala
— Tudo é arriscado nessa m***a – eu falo para ele – a gente volta logo!
Entramos dentro do carro e Jonas começa a dirigir, após colocar a localização lá.
— O que vamos encontrar lá? – Jonas pergunta
— Eu não confio em você e nem confio mais no Imperador – eu falo para ele
— E porque está indo? – Jonas pergunta e eu o encaro – se não confia nem em mim e nem nele.
— Cala boca e dirige – ele começa a rir
— Você é difícil em – ele fala – eu digo, você e ele tem a mesma personalidade. Teimosos, querem fazer tudo sozinhos e no final ainda dar certo.
— Queremos destruir Eduardo – eu falo para ele – e Carlos também.
— Acho que todo mundo quer – Jonas fala me encarando – você sabe que Carlos matou minha mãe – eu o encaro – eu era bem pequeno, nunca me esqueci do rosto dele.
— Acho que quando Carlos for pego, vai faltar corpo para tanta gente que quer vingança dele – eu falo - E Eduardo não é diferente, você ficou sabendo de Maria?
— Fiquei – ele fala – esse merece ter o fim com um p*u no meio do r**o dele para aprender como morre e********r.
— Esse acordo que Carlos disse que Imperador quebrou – eu falo para ele – tem haver com o pai dele e com minha mãe, não é? Eu me pergunto, se ela ainda está viva.
— Imperador não me disse nada se ela está viva ou morta – Jonas fala
— Eu nunca quis perguntar sobre ela.
— Deve ser difícil para você – Jonas fala me encarando – lembrar do passado.
— Eu o enterrei e joguei pedras em cima dele – eu falo – achei que estrava tudo perfeito, tudo lindo e maravilhoso. Até me envolver com Eduardo.
— Posso falar o que eu acho? – ele pergunta me encarando
— O que?
— Que a tua saída do morro foi planejada nos mínimos detalhes por eles – ele fala – E que o seu pai não está morto! – eu olho para ele
— Porque ele fingiria a morte dele? – eu pergunto para ele
— Por ser a cabeça por trás de tudo – Jonas fala eeu o encaro – E imperador quis te proteger dessa informação.
Eu olho para Jonas e fico em pânico com suas palavras e ele percebe, mas continua dirigindo em silêncio.
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [02/04/2024 20:42]
Capítulo 92
Fabiene narrando
Depois de algumas horas de viagens paramos no outro lado da rua de onde era o endereço, o carro era vermelho mas os vidros todo escuro, eu encaro Jonas e ele me encara.
— Uma clinica psiquiátrica? – Jonas pergunta – o que tem de relevante aqui?
— Vamos ficar aqui – eu respondo – até a gente ver quem a gente precisa ver.
— Eu não estou entendendo – ele fala – o que tme numa clinica psiquiátrica?
— Isso não é somente uma clinica psiquiátrica – eu falo e ele me encara. – dar a volta no quarteirão.
A clinica era enorme e pegava um quarteirão inteiro, a gente dar a volta no quarteirão e eu percebo que só tinha mulheres, de várias idades.
— Você está vendo? Só tem mulheres – eu falo para ele e ele me encara – e todas com o mesmo biotipo, magras, bonitas, nenhuma f**a ou gorda.
— Era para ser uma clinica psiquiátrica – ele fala.
— E advinha quem é o maior doador dela? – eu pergunto para ele mostrando a foto de Carlos com o diretor com uma doação milionária.
— É com essa informação que ele vai sair pela porta da frente?
— Não – eu falo para ele – é com aquela informação – eu falo apontando para o carro entrando na clinica e era Carlos. Assim que anoitecer nos vamos entrar.
— Não é mais fácil fazer uma denuncia?
— Não – eu respondo para ele – você é traficate ou é burro?
— Estou te testando – ele fala dando um sorriso de canto
— Não me faça querer m***r você também.
A gente espera cair a noite e pulamos o muro, entramos para dentro e nos escondemos, os corredores estão vazios, tinha poucos enfermeiros passando e conseguimos descobrir onde Carlos estava, espiamos pela porta e a gente ver Carlos encostando em uma garota, tiramos algumas fotos e continuamos ali infiltrados.
— Espera – Carlos fala – vocês escutaram esse barulho? – eu e Jonas nos encaramos.
Ele me puxa pela mão e saímos correndo pelo corredor, nos escondendo em uma sala, dentro de um armário cheio de roupas de enfermeiros, ele faz sinal para que eu fique em silêncio e pegamos as armas apontando para o armário, se tentasse abrir , a gente matava na mesma hora.
— Não tem ninguém nos corredores – escutamos uma mulher falar – Carlos, vamos!
— Não sei doutora Maisa – Carlos fala e eu estreito os olhos – parecia que tinha algo no lado de fora da porta.
— Vamos, vamos terminar de escolher as garotas – ela fala.
A gente sente a porta se fechando mas ficamos ali por mais alguns segundos, lembro de que Maria falou o nome dessa médica, Maisa.
Eu e ele saímos de dentro do armário e voltamos para o lugar, tinha uma pequena janela e a gente consegue filmar o que estava acontecendo lá dentro, depois voltamos para o carro e saímos dali.
Paramos em uma praia e descemos do carro e sentamos na areia.
— Liga para o Imperador , Jonas – eu falo para ele – e diz que a gente já tem as provas suficientes para concretizar o plano!
— Você não quer ligar? – ele pergunta me encarando
— Liga você – eu respondo e ele assente.
A VINGAÇA TEM GOSTO DOCE - NO MORRO DA ROCINHA, [02/04/2024 22:48]
Capítulo 93
Imperador narrando
— Rafael – eu falo no telefone asism que ele me liga
— Onde mandou Fabiene? – ele pergunta
— Arruma os vapores, as munições e o que for preciso – eu falo para ele.
— Você vai sair da cadeia?
— Não será necessário fuga – eu falo para ele – sairei pela porta da frente.
— Está ficando louco? – ele pergunta
— Não – eu respondo – mas depois disso, eles vão entrar no morro e vão tentar de tudo.. Quem sabe que Fabiene saiu do morro?
— Somente Maria – ele fala
— Samanta? – eu pergunto
— Não a vi – ele responde – não sei se ela viu Fabiene saindo com Jonas.
— Fique de olho nela – eu falo – coloca alguns vapores para seguir ela.
— Proibo de sair do morro?
— Não, deixe a saída livre, mande seguir ela , ver para onde ela vai – eu falo – e se possível grampear as ligações também.
— Está desconfiando dela? – ele pergunta
— Ela tentou plantar umas desconfiança na minha cabeça – eu falo – estou achanod que ela pode estar envolvida com Eduardo ou Carlos.
— Pode deixar – ele fala.
Fico um pouco quanto ansioso com tudo que estava acontecendo, espero a ligação de Fabiene mas quem me liga é Jonas.
— Estamos com os vídeos e as provas – ele fala
— Diz a Fabiene que ela sabe o que fazer – eu falo – deixa eu falar com ela.
— Ela não quer – ele fala
— Ok – eu respondo – diz a ela que ela sabe o que fazer.
— Ok.
— Pela manhã – eu falo – vou fazer a minha parte!
Eu passo a noite em claro, pela manhã bem cedo dou o sinal para os meus parceiros, a gente pega gasolina e coloca nos colchões e logo colocamos fogo em tudo, a gente abre as celas e quando os agentes vemm, a gente vai para cima deles, fazendo eles refém, levamos eles para fora, onde era o banho de sol, todos algemados e sobre a mira das próprias armas deles, eles são nossos parceiros, não iria acontecer nada, fazia parte do plano, porém tinha alguns que não era e isso fez com que o chef da penitenciaria ficasse nervoso.
— O que você quer Imperador com tudo isso? – o chef da penitenciaria pergunta
— Eu quero Eduardo – eu falo – eu quero que você chame aquele filho da p**a aqui!
Ele me encara e eu o encaro.