- Então você acha que tem algum problema de... sei lá, controle, personalidade? – Roy pergunta sério. - Não sei, pai, mas... eu perdi o controle, eu poderia... matá-la. Isso não pode ser normal, eu juro que eu tento controlar, mas... isso acontece também quando perdemos um jogo, Helena sabe, as vezes eu quebro tudo dentro do quarto, eu... – A n***a sente o aperto da mão da namorada na sua. – Eu nunca me perdoaria se te machucasse, mon petit, nunca. - Eu sei, amor. Emanuelle ainda não tinha dito nenhuma palavra, na verdade quando a filha falou de psicólogo ela pensou ser algo sobre estresse de tantos jogos e viagens, mas agora, ela estava sem reação, sem saber como agir e o que falar. Mas ao mesmo tempo estava preocupada. - Como... – Emanuelle fecha os olhos com força. –

