O apartamento antigo parecia seguro demais para ser verdade. Hana repetia isso mentalmente enquanto caminhava descalça pelo corredor estreito, observando as paredes claras, os móveis cobertos por lençóis e o silêncio quase absoluto. Era o tipo de lugar que fazia alguém acreditar que nada poderia acontecer ali. E talvez fosse exatamente por isso que o perigo se aproximou. Ela acabara de desligar a luz da sala quando ouviu o primeiro som. Tec. Hana congelou. Não era alto. Não era urgente. Mas não fazia parte do lugar. Ela ficou parada por alguns segundos, o coração batendo forte demais para um ambiente tão quieto. Respirou fundo e tentou racionalizar. — Prédio antigo… — murmurou. — Dilatação… encanamento… Deu dois passos em direção ao quarto. Tec. Tec. Mais próximo. O corpo r

