Episódio 8

847 Words
Nina Ridley. Abro a porta da sala e entro vendo o professor sentado em sua cadeira. A sala está vazia? — Olá Nina. — Ele se levanta com um sorriso brilhante no rosto. — Oi... pofesso, cadê todo mundo? — Indago olhando para sala, Hugo se aproxima com a mãos no bolso. Abaixo o olhar tentando evitar qualquer tipo de sensação ou sentimento. — Nina, eles chegam só daqui a uma hora, Você chegou cedo, tudo bem? — Assinto. — Parece inquieta quer falar alguma coisa? Sinto meu rosto esquentar e meu coração disparar com o pensamento de dizer o que quero. — Eu... quelia um... — Engulo em seco. — quelia um ablaço, eu não sei porque, mas seu ablaço é difelente e me deixa... confortável... — Digo envergonhada. — Então o que está esperando? — Olho para ele surpresa. Me aproximo do professor já sentindo o calor de seu corpo e seu perfume gostoso de sentir, abraço sua cintura e ele me abraça me deixando bem como das outras vezes, deito minha cabeça em seu peito conseguindo ouvir seu coração. Meu rosto queima de vergonha mas eu realmente me sinto tão bem assim, nos braços dele é como se ninguém no mundo pudesse me fazer m*l e é tão bom que me faz querer... Lasquela! Me separo dele rapidamente, tapo minha boca corada. — O que foi? — Ele indaga confuso. — Não nada. — Engulo em seco bastante vermelha. — Se sente melhor agora? — Olho em seus olhos. — Eu... acho que sim. — Digo abaixando o olhar. — Você acha? — Assinto, mas derrepente ele pega em minha cintura e em meu queixo com suas mãos grandes. — Então temos que melhorar esse abraço, para que você tenha certeza que está bem. — Ele sussurra e aproxima sua boca da minha me fazendo fechar os olhos. O professor vai me beijar? — NINA? — Solto um grito me sentando na cama, Nala me olha assustada. — Menina quase me matou do coração, tô te chamando a um tempão! — Ela diz brava. Olho para todos os lados assustada. — Ué... um sonho? — Indago frustada. — O que era um sonho? — Nala indaga curiosa. — Ah, nada. A plopósito Bom dia Nala. — Digo envergonhada. — Bom dia, eu vou preparar a banheira. — Assinto e ela se vai. Meu rosto queima e eu me jogo na cama me cobrindo com o cobertor. Lasquela... (...) Abro a porta da sala suspirando. — Olá anjo... — Olho imediatamente para o professor e o vejo sorrindo, olho para sala e vejo todos conversando. — Ah... B-bom dia, pofesso. — Ando até meu lugar de cabeça baixa apressadamente. Me sento deixando minha mochila no chão ao meu lado. Lasquela, lasquela, Lasquela. O professor me olha de cenho franzido. — Nina está tudo bem? Está com febre? Você está parecendo uma pimenta de tão vermelha. — Olho para Claire entre os fios do meu cabelo. — Eu tô legal. — Sorrio meiga. Não tô não. Eu por dentro: MEU DEUS COMO EU PUDE SONHAR COM O PROFESSOR DAQUELE JEITO? LASQUELA. *Depois da aula* — Ah Nina... — Paro de andar em direção a saída quando o professor me chama. — Hoje teremos mais uma aula particular na biblioteca da escola, está bem? — Assinto. — Está tudo bem com você? — Tá. — Digo alto saindo apressada. Ando pelos corredores apressada, as vezes que eu tropecei são incontáveis. Que vergonha, que vergonha, que vergonha. Desisto de fugir e me sento no gramado da escola, pensativa. Por que minha vida tem que ser tão difícil? — Loirinha? — Olho para Jason e ele se senta ao meu lado. — Deixa eu adivinhar, sua irmã voltou. — Sorrio fraco. — Você é bom nisso. — Falo sorrindo fraco. Ele rir. — O que ela fez dessa vez? — Ele indaga brincando com as folhas do gramado. Dou de ombros. — O de semple. — Digo com um meio sorriso Ele segura minha mão. — Sabe que pode contar comigo para qualquer coisa, certo? — Assinto sorrindo. — Clalo que sei. Você é muito bom pla mim. — Ele sorrir largo. — Eu sei, eu sou o melhor. — Rio enquanto ele tem um sorriso pretencioso. — Não gosto de te ver triste, você é como uma irmã mais nova para mim. — Ele faz carinho em minha cabeça carinhoso. Assinto. — Sei disso. Pode deixar, eu plometo não ficar mais tliste polissu. — Levanto meu dedo mindinho e ele o aperta. — Acho bom! Já são uma e meia, quer que eu te leve para casa? — mexo a cabeça negativamente. — Vou ficar mais um pouco pala estudar. — Ele assente se levantando. — Até amanhã loirinha. — Aceno para ele abrindo e fechando a mão. — Até... — Digo sorrindo. Assim que ele se vai devio o olhar para a grama e suspiro entristecida. Mesmo que tudo esteja de cabeça para baixo agora, eu tenho certeza que tudo vai se acertar, pelo menos eu espero.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD