A moto parou em frente a pousada, o Bennet suspirou, tirou seu capacete e ajeitou sua mochila nas costas, descendo com certa lentidão. Os passos pesados eram lentos, o jovem de apenas vinte e dois anos caminhava pelo piso de madeira, se sentindo confortável pelo ambiente.
— Oi, boa tarde. — Henry falou a moça da recepção, uma ômega baixinha, que sorria para ele.
— Boa tarde! Precisa de um quarto? — A mulher disse sorrindo.
— Sim, um quarto por favor! — Disse já pegando o cartão, o aluguel foi pago e logo Henry estava subindo em direção ao seu quarto, ele pediu um de casal por gostar de ter espaço.
Quando entrou no quarto 23, viu a cama no meio do quarto, a porta que dava para uma área verde, a porta do banheiro, um divã branco na parede contra a porta, e uma cômoda para colocar roupa.
Henry sentou na cama e deixou sua mochila no chão, pegando seu celular e mandando a mensagem que não deveria.
Quarto 23
Henry guardou seu celular e se jogou na cama, tirando seus sapatos empurrando a ponta do pé contra os tênis. Deixando o cansaço de longas cinco horas de viagem, deitando e dormindo com facilidade.
(>