Caio estava desesperado e o pânico ficava maior a cada minuto que passava, as freiras voltavam de mãos vazias, nenhuma notícia de Aurora, nada além das roupas espalhadas, a mala aberta sobre a cama os quindins na mesa da cozinha. Antes que ele pudesse sair, Elijah entrou no lugar, o porte decidido, o rosto frio de quem nunca conheceu a piedade. - Vamos tesoureiro, cadê a minha noiva? A madre olhou para Elijah e pela primeira vez agradeceu a fuga de Aurora. A pele pálida e os cabelos escuros davam ao homem que reclamava a noiva um ar sombrio e assustador. Caio sentiu o coração acelerar ainda mais ao ver Elijah entrar na sala. O homem tinha uma presença intimidante, sua postura rígida e olhar gelado não deixavam espaço para questionamentos. Caio tentou esconder seu próprio medo, mas a tensã

