Dário Desço para o primeiro piso. Faz algum tempo que subi e deixei em cima do balcão o lanche para a fedelha desbocada. Uma coisa que me é perceptível sobre Ravana é que a menina não tem freio na língua, além de parecer bem escandalosa. Ela me colocou em alarde após gritar o meu nome; sou treinado para agir ao menor barulho que meu subconsciente correlacione com algum potencial perigo, e a forma como ela lançou meu nome no ar parecia que a casa tinha sido invadida. Foi uma merda do c*****o, porque eu saquei uma pistola, de olho na outra que deixei em cima do balcão; no processo, o copo que eu segurava para poder tomar um pouco de água foi ao chão. Mais cedo, quando subi para tomar um banho e dar uma olhada nos balanços das imobiliárias que possuo, antes de seguir para dentro do meu qu

