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MANU NARRANDO Acordei com o cheiro do perfume dele no travesseiro e o barulho da tampa do desodorante batendo no chão. — Tem que ir, amor — ele falou do pé da cama, botando a camisa na pressa, fuzil encostado na parede, celular na cintura e cara de quem já tava no corre desde antes de abrir o olho. Fiquei ali deitada, com o Cauã agarrado na minha t**a, mamando com gosto e com uma cara de quem tava num spa. Coisa mais linda do mundo. — Já ouvi a voz do teu pai. Meu pai já já me liga, aquele velho já tá me esperando com alguma cobrança, certeza. Hoje tem o baile, tem reunião, tem uma porrada de coisa pra resolver. — Ele olhou pra mim com aquela cara de cansado disfarçado de malandro, mas eu conheço ele. — Vai com Deus. Bom trabalho então — falei meio arrastada, bocejando, alisando o cab

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