MT NARRANDO A p***a do meu mundo era ali. De quatro, com a minha camisa levantada, o cabelo bagunçado, a b***a arrebitada pra mim e aquele cuzinho apertado me engolindo devagar. Eu metia devagar. Com respeito. Com t***o. Com amor. Porque era ela. A mulher que eu sonhei todas as noites enquanto tava longe. A que me tirava do sério com o jeito teimoso, mas me desmontava com o cheiro da pele. A única que eu aceitava não ter por um tempo… só pra ter direito de novo depois. O p*u entrava devagar, sentindo a pressão, o calor, o aperto. E p***a… — Que gostinho do c*****o, Lora… — murmurei, mordendo o lábio, com a mão firme na cintura dela. — Teu cu é vício, p**a que pariu. Que cu gostoso apertando meu p*u Ela gemia. Baixo. Trêmula. Segurando no sofá como se fosse se desfazer inteira. E

