MANU NARRANDO Ele me olhava como se eu fosse o mundo dele. E eu era. Eu sabia que era. Tava deitada no sofá, com a camisa dele levantada até a barriga e só a calcinha fina ali… quase um convite. Minha respiração tava acelerada, a onda do beck batendo gostoso, o coração disparado, o corpo todo formigando. Caio se abaixou entre minhas pernas devagar, daquele jeitinho que ele sempre teve… de quem sabe exatamente o que tá fazendo. Ele passou a mão na minha coxa, depois na outra, abriu elas com carinho, com respeito, como se tivesse abrindo um presente caro. — Fica quietinha pra mim. Só relaxa e sente.. — ele sussurrou, com a voz rouca, me arrepiando da cabeça aos pés. E eu fiquei.Só fechei os olhos e deixei ele fazer o que sempre soube fazer melhor. Ele chupa uma b****a de um jeito que ni

