MANU NARRANDO Eu sabia que ia doer. E doeu. Doeu porque fazia tempo, porque era recente ainda, porque o corpo tava meio travado… Mas eu nem me importei. Porque eu tava com saudade. Saudade daquele homem, daquele corpo, daquela boca suja dele no meu ouvido me chamando de “minha p*****a”. Saudade de sentir ele dentro de mim, me pegando com força, com vontade, com amor. Porque por mais que ele não fale “eu te amo” toda hora, o corpo dele grita isso toda vez que me toca. E ontem, no sofá, foi assim. Intenso. Machucado. Mas gostoso. Muito gostoso. A gente transou ali mesmo, sem freio, sem pudor, como se fosse a primeira vez depois de anos de cadeia. Foi bruto, urgente, desesperado. Eu com o vestido todo enrolado na barriga, ele com o corpo colado no meu, as mãos me agarrando como se tivesse m

