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Manuelle Narrando Saímos do almoço e voltamos pras lojas, e eu confesso… foi uma das tardes mais leves que eu tive desde que voltei pro morro. A gente entrou em tanta loja que eu até perdi a conta. Eu comprei bastante roupa pra trabalhar no posto, umas calças mais sociais, blusas, um jaleco novo… mas também me dei o direito de pegar uns vestidos, umas blusas bonitas, um salto que eu tava paquerando fazia tempo e umas rasteirinhas. Caio, como sempre, foi direto pras coisas dele. Mais camisa de time — porque, claro, ele não pode passar um mês sem comprar pelo menos duas —, mais um par de Kenner, uns bonés e até umas bermudas novas. Ele ainda encheu a sacola de roupa pro Cauã, cada conjuntinho mais lindo que o outro. Falava que era pra deixar o moleque “no estilo” desde bebê. A gente ria

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