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MANU NARRANDO Acordar depois de uma noite como a de ontem… é f**a fingir normalidade. Meu corpo inteiro tava dolorido, mas de um jeito bom. Um jeito que só quem se entregou de verdade sabe. Me espreguicei devagar, com aquele gostinho de café na boca, lembrando do sorriso do Caio me olhando enquanto eu comia às pressas, e agora aqui… sozinha, indo viver o que eu sempre sonhei. O carro dele tinha acabado de me deixar na frente do posto de saúde. Respirei fundo antes de descer. Vesti meu jaleco dentro do carro mesmo, ajeitei o coque no cabelo, peguei minha bolsa e fui. Na frente, uma senhora varrendo a entrada me desejou bom dia com aquele sorrisinho simpático de quem já viu o sol nascer muito mais vezes do que eu. Respondi, agradeci e entrei. O cheiro do posto… era o mesmo de sempre. Não

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