Você é uma tentação maldita, Zoé!
POV: Zoé
O silêncio daquela mansão me sufocava, mas o que realmente acelerava meu sangue era a adrenalina do que eu estava prestes a fazer. Meus pés descalços afundavam no tapete persa do corredor escuro. Eu tinha apenas dezoito anos e acabara de ingressar no primeiro ano da faculdade de Economia. Meu pai, sócio de Xavier, achava que estava me deixando no lugar mais seguro do mundo enquanto viajava para o exterior. Ele tinha tanto orgulho de que eu fosse estudar na mesma universidade onde seu brilhante e implacável melhor amigo de infância dava aulas de Economia Monetária. Ele achava que Xavier me protegeria como um tutor, dentro e fora do campus.
Que inocência a dele. Meu pai não fazia ideia de que eu passei as últimas semanas assistindo às palestras de Xavier, hipnotizada pela forma como o terno sob medida desenhava seus ombros largos, imaginando como seriam aquelas mãos firmes tocando o meu corpo.
Parei em frente à porta do escritório residencial dele. Ajeitei as alças da minha camisola de seda preta. Ela era curta, indecente, cobrindo m*l as minhas nádegas e deixando minhas pernas totalmente expostas. Meus cabelos loiros caíam em ondas bagunçadas pelos ombros. Eu queria chocar. Queria que ele olhasse para mim e esquecesse qualquer ética profissional ou moralidade acadêmica. Respirei fundo, empurrei a porta de madeira maciça e entrei sem bater.
Xavier estava sentado atrás da enorme mesa de mogno, revisando algumas pautas acadêmicas. Sem paletó, sem gravata e com os primeiros botões da camisa social abertos, revelando o peito largo e bronzeado. As mangas estavam dobradas até os cotovelos, destacando os braços musculosos totalmente cobertos de tatuagens escuras. Ele girava um copo de uísque, mas, quando me viu, sua mão travou no ar.
— Zoé? — A voz dele era um trovão baixo, rouca. Os olhos escuros desceram pelo meu corpo como brasas, queimando a seda da camisola até pararem no meio das minhas coxas. — O que f*da você está fazendo acordada a essa hora? E por que está vestida assim?
— Não consegui dormir, professor... — saboreei a palavra, dando um passo à frente e sustentando o olhar dele. — A casa é grande demais. E as suas aulas de economia são tão instigantes que me deixaram acordada. Eu não sou mais uma criança, Xavier. Você sabe disso. Eu vejo como você me devora com os olhos na sala de aula.
Xavier deixou o copo na mesa com força e se levantou. O tamanho dele me impressionava; ele era um homem maduro, exalando poder e autoridade. Ele contornou a mesa lentamente, vindo em minha direção como um predador. A tensão no ar era tão espessa que eu quase podia cortá-la.
— Você não tem ideia do perigo que está correndo vindo aqui desse jeito, Zoé — ele murmurou, parando a centímetros de mim. Dava para sentir o calor do corpo dele e o cheiro de uísque e colônia cara. — Seu pai me confiou você. Eu sou o seu professor, cralho. Você é virgem, é minha aluna. Vá para o seu quarto antes que eu perca a prra do meu controle.
— E se eu não quiser ir? — dei o último passo, colando meu corpo ao dele. Minha mão subiu pelo braço dele, os dedos traçando os relevos das tatuagens e sentindo o músculo rígido. — Eu não quero nenhum garoto da faculdade que não sabe o que faz, Xavier. Eu quero você. Quero que você dite as regras do meu corpo. Quero ser f*dida com força pelo meu professor.
POV: Xavier
Ouvir aquelas palavras saindo da boca da filha do meu melhor amigo — e minha aluna do primeiro ano — estraçalhou a última linha de sanidade que eu ainda tentava manter. Olhar para aquela garota loira, com a pele alva e os lábios entreabertos, vestida com uma camisola que não passava de um pedaço de pano transparente, já estava me deixando com o p*u duro como pedra dentro das calças. Eu passava as manhãs vendo-a sentada na primeira fileira da minha classe de Economia, me provocando com olhares sutis, e agora ela estava no meu escritório, entregando-se de bandeja.
— Você é uma tentação maldita, Zoé — rosnei, a voz saindo direto do fundo do meu peito.
Não pensei em mais nada. Se a reitoria descobrisse ou se o pai dela me odiasse para o resto da vida, que se f*desse. Eu precisava daquela garota. Segurei a cintura dela com as duas mãos, apertando a carne macia, e a ergui do chão como se não pesasse nada, sentando-a com violência na borda da minha mesa de mogno. Pastas da universidade e gráficos de mercado voaram para o chão, mas eu não dei a mínima.
Abri as pernas dela com as minhas mãos, forçando-a a se escancarar para mim. Encaixei meu corpo entre as coxas dela, sentindo meu p*u pulsar contra a i********e dela por cima do tecido fino da calcinha. Ela soltou um gemido sôfrego, os olhos revirando de leve ao sentir o meu tamanho.
— Você tem certeza do que está pedindo, sua ptinha mimada? — segurei o queixo dela com força, obrigando-a a olhar bem nos meus olhos. — Porque se eu começar, eu não vou parar. Vou rasgar essa sua inocência e te fder até você não conseguir sentar naquela p*rra daquela cadeira da faculdade amanhã.
— Eu tenho certeza, professor... por favor, me toma — ela implorou, a voz trêmula de luxúria, as mãos cravadas nos meus ombros tatuados.
Desmantelei o resto das minhas defesas. Subi minhas mãos pelas coxas dela, puxando a calcinha de renda preta de lado. O cheiro de b*ceta nova e completamente molhada subiu, invadindo meus sentidos e me deixando ainda mais insano. Ela já estava vertendo mel por mim sem eu nem ter tocado nela direito.
— Olha para isso... já está toda ensopada para o seu professor, não está? — sussurrei perto do ouvido dela, vendo-a arrepiar-se inteira. — Boa menina. Agora abre bem essas pernas para mim, que eu vou te dar a melhor aula da sua vida.