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50 Tons de Paixão

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Heloísa Albuquerque é uma mulher forte que aprendeu a se virar sozinha de acordo com o tempo, ela nunca teve o amor dos pais, nunca estudou nos melhores colégios e teve dias que passou fome pelas dificuldades financeiras. Ela nunca se apaixonou ou foi controlada por um homem, mas talvez isso mude. Miguel Alencar nasceu em um berço de "ouro" e sempre teve tudo do bom e do melhor, sempre teve o amor de seus pais e estudou nos melhores colégios, mas um acontecimento o fez virar um CEO frio, que não se importa com relacionamentos ou com as pessoas ao seu redor, se importa apenas com o seu dinheiro e sua reputação. "—Tire sua roupa e se ajoelhe. — Ele ordena. — Você é fodidamente gostosa Srta.Alburquerque."

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Capítulo 1 - One...
Notas do Autor Vamos aos tópicos da História >>Vai conter cenas de: 50 tons de cinza, 50 tons mais escuros e 50 tons de liberdade. >>Vai conter cenas hot, então se não gosta sugiro que pule as cenas que conter. >>Essa é minha 2° nesse estilo, espero não decepcionar. >>Não deixem de favorita e de comentar, ajuda muito. >>Essa tbm é a primeira vez que vou escrever cenas hot, vou fazer o meu melhor para agradar a todos. >>Não vai ter data certa de atualização, sempre que der vou estar postando, uma ate três vezes por semana. >>A história vai ser focada na Heloísa e no Miguel, mas tbm vai haver outros acontecimentos e personagens que vão ajudar no desenrolar da história. É isso, espero que gostem e acompanhem ate o final. 2002 - Seattle 20:30 da noite. Heloísa - 6 anos de idade Heloísa estava em baixo de sua cama, enquanto ouvia sua mãe gritar na cozinha.Ela havia sujado sua roupa nova com sorvete e sua mãe não ficou nada contente com o acontecimento. —Sua peste! Eu nunca mais compro nada pra você! — Gritou Cláudia, mãe de Heloísa. Heloísa percebeu que o ambiente ficou completamente silencioso, então saiu de baixo de sua cama e se deitou na mesma, se enrolando em seus cobertores e abraçando seu ursinho de pelúcia, um coelho que ela havia ganhado na escola. Cláudia nunca foi uma boa mãe, sempre agressiva e batia em sua filha nos momentos de raiva, Heloísa nunca soube de seu pai mas com apenas seis anos de idade entendia que o mesmo havia a abandonado. Atualmente, Abril 2018 - Seattle Heloísa - 22 anos de idade Heloísa estava se preparando para mais um dia de trabalho, ela trabalhava em uma simples lanchonete em meio período, fazia faculdade de administração e dividia seu ap com sua melhor amiga barbara, que conheceu quando foi conversar sobre dividir o ap. Quando Heloísa completou 16 anos ela fugiu de casa apenas com suas economias que não eram muitas, por necessidade ela precisou dormir em bancos de praças e passou incontáveis necessidades, mas ela não desistiu, tudo oque ela passou a fez se tornar uma mulher forte. Até os dias de hoje, Heloísa não soube de mais nada sobre sua mãe, nem uma noticia, nem uma mensagem e nem uma ligação e para ela isso era um alivio. Ela assim que começou a trabalhar na lanchonete começou a juntar dinheiro e assim que teve o suficiente procurou um ap que estava para dividir e viu um anuncio anunciando que barbara estava procurando alguém para dividir o seu ap, Heloísa não perdeu tempo e foi se encontrar com a atualmente melhor amiga. Hoje as duas são grandes amigas, bárbara cursa jornalismo na mesma faculdade que Heloísa, enquanto Heloísa cursa administração. O sonho da mesma sempre foi Administrar uma empresa importante ou ate mesmo um setor de uma empresa. —barbara estou indo! — Exclamou Heloísa para sua melhor amiga pegando sua bolsa e suas chaves. —Ok, nos vemos mais tarde! — Gritou bárbara de voltar. A mesma estava no banheiro tomando banho. Heloísa saiu de casa e foi para a lanchonete apé, pois a lanchonete era perto de sua casa e não demorava para chegar ao local. Depois de colocar o uniforme ela pegou seu bloquinho de notas e foi anotar os pedidos dos clientes. [...] –O que vocês acham de irmos ao Black Star hoje noite? — Perguntou María, uma colega de trabalho de Heloísa. Black Star é uma boate que fica no centro de Seattle e como hoje é Domingo María não perde a chance de ir a uma boa boate. As vezes trabalhavam de Domingo para ganhar um dinheiro extra. Dinheiro nunca faz mau a ninguém. –Não da, tenho que estudar, a semana de provas já esta perto e amanhã cedo tenho aula. — Respondeu Heloísa enquanto tirava seu avental e sua touca para ir para casa. —Vamos, vai ser legal! — Dessa vez foi Vinicius que falou. —Vou ver com a Barbara e nos encontramos lá às 22:00, pode ser? - Perguntou para os seus colegas. –Assim que eu gosto! — Respondeu María animada. —Quer uma carona amiga? — Perguntou Cláudio para Heloísa, um dos melhores amigos de trabalho dela, ele é Gay, um gay forte e com tatuagens, nem de longe parecia ser gay e além de tudo isso, era incrivelmente bonito. —Quero sim. — Respondeu ela. Os dois amigos entraram no carro de Cláudio e foram para casa de Heloísa. [...] Heloísa e bárbara estavam escolhendo suas roupas para ir para a boate essa noite enquanto conversavam. –Hoje temos que arrasar! – Falou bárbara empolgada. Elas escolheram suas roupas depois de alguns minutos e começaram a se arrumar. –Hoje quero pegar um homem daqueles, estou torcendo para minha noite ser longa. — Falou bárbara maliciosa enquanto maquiava Heloísa que estava sentada de frente para o espelho. —Espero que seu desejo se realize. — Respondeu Heloísa sorrindo de lado para a amiga. —Amiga, você já tem 22 anos e ainda é virgem, quando você pretende perder? — Perguntou. —Quando eu achar o homem certo bárbara, não tenho pressa. — Respondeu dando de ombros. Para Heloísa perder a virgindade não era algo que ela tinha pressa. Ela apenas esperava encontrar alguém bom o suficiente para aquilo. Quando terminaram de se arrumar pediram um taxi e foram para a boate. [...] As duas amigas entraram na boate e a mesma estava lotada, a música estava alta, varias pessoas dançando e alguma pessoas se agarrando, aquele não era o tipo de lugar preferido de Heloísa, mas as vezes ela achava que tinha o direito de se divertir, mesmo não gostando do lugar ou ate mesmo das pessoas. As duas amigas foram para o bar da boate e encontraram os colegas de Heloísa sentados bebendo. —Olha só quem chegou, Heloísa Albuquerque — Gritou María para que Heloísa pudesse ouvir. —Whisky por favor! — Pediu bárbara ao Barman. —E você Heloísa, vai beber o que? — Perguntou Vinícius para a colega. —Uma água com gás por favor. — Pediu Lauren para o barman. —Nada disso, hoje vamos nos divertir, traz Whisky pra ela também gato. — Falou María para o barman. Heloísa bebeu sua primeira dose e a bebida desceu rasgando pela sua garganta, ela pediu outra, outra e mais outra. Depois de mais algumas doses ela já estava bem animada, então puxou bárbara pelo braço e foram para a pista de dança. As duas amigas começaram a dançar sensualmente na pista de dança enquanto alguns olhares masculinos permaneciam em cima delas. Heloísa sentiu mãos firmes pegando em sua cintura e colando seu corpo ao do homem misterioso. A mesma começou a rebolar enquanto o homem segurava sua cintura, o desconhecido em um impulso virou Heloísa e a beijou, o beijo começou a ficar mais e mais quente, a mão do homem foi ate a b***a de Lauren e a apertou, Heloísa soltou um gemido abafado entre o beijo, oque fez o desconhecido ficar com uma ereção e apertar ainda mais o corpo da garota contra o seu corpo. Heloísa sentia a ereção do homem em sua coxa e isso a fazia delirar, nunca havia sentido algo tão bom, mas após alguns segundos ela tomou um choque de realidade e se afastou do homem assustada com a sua própria atitude. Heloísa olhou para o homem e viu o seu rosto, cabelos pretos, olhos azuis pele clara e mais alto que ela, a definição de um homem perfeito. —Me desculpa! —Gritou ela se sentindo m*l por ter interrompido o beijo, o homem a encarava com cara de decepcionado, provavelmente por ter achado que teria uma noite prazerosa com mulher a sua frente. —Tudo bem, esquece. — Dizendo isso o homem virou as costas e se afastou de Heloísa. Heloísa estava com a cabeça explodindo de dor, ela olhou em sua volta tentando achar um de seus amigos mas não avistou nenhum e o que ela mais queria era ir embora daquele lugar. Ela foi em direção a saída da boate e saiu pela mesma. Assim que o vento frio de Seattle tocou no seu rosto ela suspirou e respirou fundo aliviada. Ela pegou o celular e chamou um táxi, que chegará em dez minutos, a mesma ficou parada esperando o taxi mas nada dele aparecer. Heloísa após alguns minutos viu um homem vindo em sua direção cambaleando, provavelmente bêbado e sua respiração acelerou. —O que uma garota tão linda como você faz na rua essa hora princesa? — Perguntou o homema olhando. O jeito que o homem se referia a Heloísa causava nojo na mesma. —Se afasta, por favor. — Pediu Heloísa tentando se manter calma. —Só vamos nos divertir um pouco querida. — O homem se aproximou de Heloísa e quando ele iria tocar na mesma ele foi jogado para trás. Heloísa viu o homem que dançou a minutos atrás dando socos no homem desconhecido que queria tocar em seu corpo. A garota colocou as mãos na boca não acreditando na cena e aterrorizada por quase ter sido abusada. —Você está bem? - Perguntou o homem que a salvou saindo de cima do homem que queria toca-la que estava desacordado e com sangue escorrendo pela sua face. —Sim, muito obrigada. — Respondeu Heloísa ainda nervosa com suas mãos tremendo. —Vem, vou te levar para casa. — Falou o homem estendendo a mão para Heloísa. Heloísa ficou com um pé atrás em aceitar a ajuda, mas no final aceitou, o homem tinha a salvado, não iria fazer nada de r**m a ela. O homem a levou ate seu carro, que por sinal era uma linda BMW preta. O homem que Heloísa ainda permacia sem saber o nome abriu a porta para ela e deu a volta no carro entrando no banco do motorista. —Aonde fica sua casa? — Perguntou. Heloísa disse o endereço e o homem a levou ate sua casa. —Que falta de educação a minha, eu sou o Miguel, prazer. — Se apresentou assim que estacionou o carro em frente a casa de Heloísa e estendendo a mão para a mesma sem deixar de lançar um olhar intenso para ela que rapidamente a intimidou. —Heloísa, prazer. — Respondeu pegando na mão de Miguel e retribuindo o olhar. — Obrigada pela carona e por ter me salvado. — Agradeceu. —Não foi nada, eu faria por qualquer um. — Respondeu dando de ombros. —Mas mesmo assim obrigada. Bom, boa noite Miguel — Dizendo isso Heloísa saiu do carro e entrou no prédio. Miguel é um homem frio, mas não ao ponto de deixar uma mulher ser assediada e abusada em sua frente. Ele ligou sua BMW e foi para o seu destino. Notas Finais Espero que tenham gostado do 1° cap! >>Não deixem de favorita e de comentar oque acharam!

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