Ar puro, o vento soprando, o sol aquecendo sua pele e o maior tédio da sua existência. Então assim era a liberdade? Há três meses Marina experimentava uma vida sem marido, mas dessa vez por uma escolha própria. Sem arrependimentos, sem saudades. Ela estava com a família, com sua irmã que não via há tempos. Ela estava feliz, feliz e mortalmente entediada. Talvez devesse correr de volta a Londres, esperar um navio e partir pelo mundo caçando aventuras. Marina tinha traçado um plano minucioso para os próximos anos de sua existência conjugal e de solteira, o qual sua irmã questionou fervorosamente com os mais diversos argumentos. Marina: Não verei Gabriel além do necessário. Katherine: O necessário já é muito. Marina: teremos um casamento apenas no papel. Katherine: continuo achando conf
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