O sol ainda não havia nascido quando Sauvage se levantou indo para a sala de orações da casa. Ela fechou a porta, acendeu algumas velas, colocou óleo perfumado para queimar e incensos e se ajeitou de joelhos sobre a almofada vermelha para orar. Ouviu o bater de asas atrás de si, sentiu a sala se aquecer, ouviu uma voz melodiosa feminina lhe dizer: — Não precisa se mover. Relaxe, minha guerreira. Sentiu a emoção tomar seu coração, sentindo a presença da Rainha Deusa próxima de si, era a primeira vez que sentia sua presença e ouvia sua voz. Sabia o que viria, teria alguma revelação e disse emocionada: — Sinto-me grata por sua presença, minha senhora! Embora eu não seja valorosa para ser chamada assim. Ela sentiu como se um par de mãos tocassem os lados de sua cabeça, ouviu a divindade lh

