Foguete narrando Tava lá curtindo o bailão, tranquilão, mas com o olho ligado em tudo. Aqui ninguém dá mole, não. Qualquer movimento estranho vira alerta na hora, porque qualquer detalhe pode virar risco pra nós. Os cria tava tudo na atividade do bailão lotado, mas, sendo sincero, o que tava me tirando a paz mesmo era o rebolado daquela maldita Isadora. Que mina abusada, irmão, daquelas que entra no ambiente e parece que puxa o foco todo pra ela sem pedir licença. Saí de perto dos líderes do comando, deixei o papo sério rolando e fui tentar vender meu peixe, né? Difícil ela era, mas brasileiro não desiste nunca. Isso aí é lei. Cheguei chegando, sem muita cerimônia. — E aí, posso pegar um combo pra tu? — perguntei já na maldade, lembrando do selinho que ela tinha me roubado mais cedo e

