Sorriso narrando Eu saí pra fora com o foguete, tentando botar a cabeça no lugar, mas era impossível. O beijo dela ainda tava grudado na minha boca, o gosto doce, a memória viva demais. Parecia que minha mente não queria sair dali, como se tudo o que existia naquele momento fosse ela. O corpo dela. A boca dela. O jeito dela me olhar tentando ser firme enquanto o corpo denunciava o contrário. Eu pensava as coisas mais erradas, mais perversas, mais doentes possíveis com aquela mulher, e não tinha vergonha nenhuma disso. Eu queria que ela se rendesse, que parasse de lutar contra o que era óbvio, que entendesse de uma vez por todas que ela já era minha, que eu não ia soltar, não ia desistir, não ia cansar. Não importa guerra, não importa invasão, não importa o caos que estivesse se armando

