Capítulo 11 embate morro e máfia

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— Tu fala de "país de merda", mas tá aqui, de joelhos metaforicamente, implorando pelo meu suporte porque lá fora o teu sangue vale menos que uma dose de cachaça barata — continuei, a voz descendo pro fundo do inferno, carregada de uma crueldade que era o meu cartão de visitas. — Tu quer meus fuzis? Quer minha rota de saída? Quer o meu exército? Então vai ter que lamber o chão que eu piso se eu mandar. Tu não é nada aqui, Volkov. Só mais uma v***a estrangeira brincando de ser mafiosa num território onde a gente janta gente como tu antes do meio-dia. O rosto dela se contorceu numa máscara de fúria pura, mas sem uma gota de medo. Ela inclinou a cabeça, o hálito de tabaco e café batendo na minha boca, uma provocação que era um convite aberto pro desastre total. — Então me testa, Heitor. Me

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