Desperto numa cama verdadeira, embora/muito embora faz calor, muito calor para permanecer deitado. Às 7:30 já estou na paragem do autocarro 46, juntamente com tantos gregos com as faces estafadas e com pouca vontade, típicas da segunda-feira de manhã: são pendulares que se encaminham ao trabalho. Parece estranho que de Atenas muitos vão para Elêusis: a minha curiosidade encontra explicações quando o autocarro chega naquela que não parece uma verdadeira cidade, mas uma interminável sucessão de fábricas e gigantescos barracões. A rua principal é um suceder-se caótico de insígnias que desabam de empresas, minimercados e ínfimos bares. Entro no primeiro bar: ninguém parece perceber o que procuro, mas por fim um rapaz indica-me a direção certa. A estrada atras daquela interminável rua direta

