VII Terça-feira, 31 de agosto Na filial, esta manhã, uma surpresa. «Francesco, és tu?» Ergo o olhar: «Olá, Stefania. O que fazes aqui?» Ela poe-se a sorrir: «Tu o que fazes aqui? A Stefania… Já fiz alusão, é a mais estimada amiga desde criança, vizinha de casa quando os meus progenitores habitavam ainda em Ancona. Todas as tardes, depois dos deveres, passávamos juntos brincando: ao ar livre quando o tempo permitia, de outro modo dentro de casa. «Não trabalhas na Universidade?» Pergunta perplexa. «Sim trabalhei lá, quer dizer que não andas informado?» «Não nos falamos há um bom tempo, mas vendo-te aqui, já dá para imaginar.» A Stefania cruza os dedos no balcão. «Deixei de ser ridicularizado lá e há dois anos faço o molesto trabalho de bancário.» Não concluo a frase e fico arrepend

