VIII Sábado, 4 de setembro «Desça daí» ah não, me engano: «Desça das macas de bordo!» Acordava-me desse modo o meu tio quando estava de férias com ele e os meus avos na casa em Gola del Furlo. Assim, hoje, desperto ao Alfio, abanando-o vigorosamente. «Quem é? Ah és tu, caro Franco.» «Realmente Francesco.» Depois pergunto sarcástico: «Dormiste bem?» «Como um demónio!» o olhar aterrorizado. «É uma nossa maneira de dizer: os cristãos dizem um anjinho, nós um demónio, entendendo as criaturas ao serviço dos deuses.» «Claro, claro» Remato. «Qual é o programa para hoje?» «O nosso sumo guia encontrará a maneira para...» O Alfio não faz a tempo para terminar a frase eis que toca o seu celular: «Irmão Evremundo, esperava notícias... Assim sendo será ele que ajudará... Em síntese, nós temos

