VIII-4

2001 Words

«Desculpe, na fogosidade. Mesmo assim era mais que uma falta!» «Será, mas tu deves ir ao oculista» comenta o Ângelo. «E um muito bom!» Acrescenta o Sérgio. Estou finalmente em baixo do sarcófago certo; tudo em volta um silencio...irreal. Consigo sentir a minha respiração arfante, tento deglutir e sossegar-me. Está escuro, escuro demais. Nos filmes de assaltos num banco, os larápios têm uma série de instrumentos sofisticados tais como indicadores de laser, visores noturnos e por ai adiante, eu nem sequer uma misera lanterna (sempre pelo facto de que não sou um arqueólogo, mas um histórico e pois essencialmente um rato da biblioteca). Veio em meu socorro o velho, mas fiel Nokia: tinha-o desligado e assim que voltei a liga-lo emite o clássico som inicial. Se alguém o ouviu... Aproximo o c

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