Ele deslizou o dorso da mão pelo meu braço, acariciando-o com uma delicadeza que contrastava fortemente com a aspereza das suas palavras. — Gosto de você assim, Verena. Ele continuou, como quem elogia um animal de estimação por aprender um truque novo. — Dócil. Continue assim e tudo ficará bem. Eu tremia, mas já não sabia se era pelo prazer que acabei de sentir ou pela raiva que crescia dentro de mim como uma tempestade. Queria chutá-lo nas bolas, queria apagar aquele sorriso arrogante do seu rosto. Mas sabia que precisava ser mais astuta. Se agisse como uma menininha mimada, não conseguiria nada. Magnus Corleone não era um homem que tolerava insolência. — Vamos, vamos embora. Disse ele finalmente, surpreendendo-me. — Há alguém que quer vê-la. Ele pegou o meu braço, não com brutalidade

