Capitulo 1

1339 Words
Apresentação: Mel Oliveira ​Meu nome é Mel Oliveira, tenho 23 anos e, sim, sou virgem. Estou me guardando para o homem certo. Vejo muitas meninas da minha idade que já são mães e, para sustentar os filhos, precisaram largar os estudos para trabalhar exaustivamente. Quando a mãe não consegue dar conta, a responsabilidade sobra para os avós; quando o pai não paga pensão, vai preso. Eu não quero esse futuro para mim. Esse eu passo. ​Eu amo ler e escrever. Meu grande sonho é passar no vestibular para uma das maiores faculdades de Medicina da região, e estou super animada estudando para isso. Meus pais sempre me apoiaram em tudo. Por mais que não estejam comigo fisicamente — faz três meses que eles se foram em um trágico acidente, embora pareça que foi ontem —, sinto a presença deles. ​Antes de falecerem, meus pais pegaram dinheiro emprestado com um agiota. A dívida acumulou juros abusivos, já está na casa dos cinco dígitos e o meu salário nem chega perto de cobrir. Há um mês, consegui um trabalho na mansão de uma família milionária. A casa tem quatro andares e, para limpar tudo, haja energia! No final do dia, só quero o meu chuveiro com água quente e a minha cama. ​Porém, meus dias no apartamento estão contados: recebi outro aviso de despejo. É pagar ou ir para a rua. ​Apresentação: Breno Albuquerque ​Aos 30 anos, Breno Albuquerque é um CEO renomado que assumiu o império da família após a partida do pai. Extremamente exigente consigo mesmo, ele não aceita falhas e não abaixa a cabeça para ninguém. Breno carrega o desejo do passado de sua mãe, que sonhava em vê-lo casado e com filhos, mas sua vida pessoal é um mistério para a sociedade. ​Ele lida constantemente com a investida de mulheres fúteis, como Serena, filha de um empresário influente e amiga de infância de sua família. Serena é insuportável e se atira sem pensar no amanhã. Breno detesta mulheres oferecidas, assim como não costuma ter paciência com virgens — para ele, o ideal é o meio-termo. ​Dominador nato, Breno usava o autocontrole extremo como estilo de vida. No entanto, cansado da solidão em sua imensa mansão de quatro andares, ele pediu ao seu assistente que contratasse novos funcionários para a casa, sem imaginar que entre eles estaria uma jovem de olhos e cabelos claros, inocente e determinada. O destino dos dois estava prestes a se cruzar. Breno no quarto andar tem um quarto vermelho de jogos eróticos todo tipo de brinquedos , artigos, como chicote , Algemas, vendas para os olhos , chicote de ponta de pena , chicote de couro, cordas de bondage ,Mordaças , Chicotes e Floggers,Palmaterias, penas ou pincéis , plug Anal , Bolinha tailandesas , Anéis vibratórios entre outros e todos ele usava com a mulher que ele escolheria para passar a noite e era muito bem recompensada depois. Breno ligou para um de seus assistentes e disse envia uma modelo para a minha casa manda esperar no quarto andar que já estou chegando manda ele ler o roteiro não quero virgens ouviu quero expediente , Breno então desligou o telefone. Breno chegando na mansão.... ​O Encontro ​O som constante do aspirador de pó era a única companhia de Mel no quarto andar da suntuosa mansão dos Albuquerque. Aos 23 anos, sua vida havia sofrido uma reviravolta devastadora: há três meses, o acidente dos pais deixou para trás uma dívida astronômica. O sonho de cursar Medicina teve de ser pausado, substituído por longas jornadas como camareira. Em um mês de trabalho, ela jamais havia visto o proprietário enigmático. ​Naquela tarde, enquanto limpava o corredor principal, Mel notou uma porta de madeira escura com fechadura biométrica encostada. Curiosa, e imaginando ter sido um descuido de algum funcionário, ela a empurrou suavemente. ​Ao acender a luz indireta, o ar faltou em seus pulmões. ​O ambiente era revestido por tons profundos de carmesim e couro preto. Nas paredes, dispostos com uma precisão quase artística, havia algemas de veludo, chicotes de tiras macias, cordas de seda, vendas e uma coleção impressionante de artefatos. No centro, uma cama imponente com pilares de aço dominava o espaço. Mel deu alguns passos para dentro, hipnotizada pela atmosfera densa e sensual daquele Quarto Vermelho. Seus dedos tocaram hesitantes a textura de um chicote de penas, um calafrio percorrendo sua espinha. ​— Você não deveria estar aqui. ​A voz grave e ressonante ecoou do corredor, fazendo Mel dar um pulo e se virar num sobressalto. ​Sob o batente da porta estava Breno. Alto, de ombros largos, envergando um terno sob medida impecável e com olhos cinzentos afiados que pareciam atravessar sua alma. A presença dele preenchia todo o espaço, exalando uma autoridade natural que fez os joelhos de Mel tremerem. ​— Me desculpe, Sr. Breno! A porta estava aberta, eu... eu só vim limpar — gaguejou ela, o rosto ardendo em um rubor intenso. ​Breno caminhou lentamente em sua direção. Cada passo dele parecia desacelerar o tempo. Ele a observou com atenção: a postura tímida, os olhos arregalados cobertos de inocência e a respiração descompassada que fazia o uniforme subir e descer rapidamente. Ele, que costumava evitar a inexperiência, sentiu algo inédito — uma faísca instantânea de atração e um desejo incontrolável de dominar aquela pureza. Breno então sussurrou você foi a modelo que eles me enviaram da agência , Breno pegou o chicote e alguns brinquedos eróticos colocando em cima da mesa mandando ela escolher. Breno estava sem camisa com a calça social mostrando o físico definido Mel ficou sem reação babuciou algumas palavras informando que trabalhava para ele na mansão que era funcionária , mais Breno custou a acreditar então ele perguntou a quanto tempo trabalha aqui ??? Mel respondeu a um mês sr. Breno ela falou tímida e tremendo. então ele respondeu. ​— Limpar? — Breno parou a centímetros dela. O perfume amadeirado dele envolveu os sentidos de Mel. Ele ergueu uma das mãos e, com a ponta dos dedos, segurou o queixo dela, forçando-a a encarar seu olhar magnético. — Este quarto é o meu templo. Aqui, só entra quem eu escolho. E ninguém sai sem a minha permissão. ​Mel engoliu em seco. O toque quente da mão dele enviava uma onda de choque por todo o seu corpo, despertando sensações que ela jamais experimentara. ​— Me deixe ir, por favor... — sussurrou ela, embora seus pés parecessem colados ao chão. ​— Você está trêmula, Mel — disse ele, a voz baixinha perto do ouvido dela. Breno já conhecia a história da garota, a dívida com o agiota e o sonho da faculdade, mas ver sua entrega involuntária ali mudou tudo. — Eu sei quem você é. E sei que você nunca permitiu que homem algum a tocasse. ​A revelação fez o coração de Mel disparar. Breno deslizou a mão do queixo dela para a curva do seu pescoço, sentindo a pulsação acelerada. ​— Eu tenho uma proposta para você — continuou Breno, os olhos fixos nos lábios entreabertos de Mel. — Uma aventura. Você se entrega a mim, aprende a arte da submissão sob minhas regras, e eu cuido de todas as suas dívidas e financio sua faculdade de Medicina do início ao fim. ​A proposta ecoou no ar, tentadora e perigosa. O conflito entre o medo do despejo e o desejo ardente que Breno despertava nela fez o peito de Mel arfar. ​— E se eu não souber como ser o que o senhor quer? — perguntou ela num fio de voz. ​Breno deu um sorriso de canto, carregado de fascínio e domínio. Ele se aproximou ainda mais, selando a distância entre eles com um toque suave dos lábios no pescoço dela, fazendo-a soltar um suspiro profundo. ​— Eu vou te ensinar cada detalhe, minha pequena. A partir de hoje, a escolha é minha... e eu escolhi você.
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