—BRANDO— Pisei fundo no acelerador. Os faróis da caminhonete eram a única coisa que rompia a escuridão à minha frente. A estrada estreita e deserta serpenteava como uma cobra m*aldita e interminável. O meu ombro ardia onde a bala o atingiu, mas tive sorte. Eu poderia estar morto… como todos os outros. — Aguenta firme, Giuseppe… Eu disse sem olhar para ele. Ele estava um caco no banco do passageiro, agarrando-se à lateral do corpo como podia. A sua camisa estava manchada de vermelho carmesim, e o seu rosto estava pálido como um lençol. O meu homem de confiança levou o tiro que era para mim. Ele fez o seu trabalho: me proteger. E agora ele estava sangrando até a morte. Eu fui com alguns dos meus homens receber o maior carregamento de armas que recebi este ano… mas acabou sendo uma m*a

