Catherine — E você? Não sente falta de mim nessa casa? — Eu pergunto, segurando a sua mão entre os meus dedos, alisando as costas. — Não. — Ele diz, seu tom divertido permanecendo na sua voz. — Brincadeira, como eu não poderia sentir falta de você, meu girassol? — Ah, vovô! — Me deito em seu ombro, dando um sorrisinho para ele. — Eu te amo! — Eu te amo também, meu amor. — Beijo a sua bochecha. — Eu só não sei como lidar com a sua falta. — Ele sussurra; — Eu posso voltar, se você quiser. — Sussurro, apertando-o ainda mais entre os meus dedos. — Não, eu não quero que você volte! — Ele apenas pisca para mim, soltando um bocejo. — Você tem uma vida agora, querida e eu não quero tirar isso de você. Catherine, eu sei que você sabe do meu estado de saúde, sabe que vou morrer e não quero at

