Cinco anos haviam se passado desde que o ipê-amarelo florescera pela primeira vez. A Fazenda Esperança já não era lembrada pelas tragédias que marcaram seu passado. O nome da propriedade aparecia em jornais e revistas por um motivo completamente diferente: tornara-se referência em preservação histórica, educação rural e desenvolvimento da comunidade. Todas as manhãs, o movimento começava cedo. As crianças chegavam ao centro educacional carregando mochilas coloridas. Professores organizavam atividades ao ar livre, enquanto visitantes percorriam o museu criado por Helena para conhecer a verdadeira história da fazenda. Lucas caminhava pelos corredores observando tudo com satisfação. Ainda havia muito trabalho pela frente, mas aquele lugar finalmente respirava vida. Ao passar pela varand

