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2383 Words
Capítulo 171 Ana narrando 1 ano depois..... Maria Fernanda era uma criança bem calma, ela estava com quase 8 meses, era a menina mais linda que eu tinha conhecido, toda vez que eu via ela dormindo, eu chorava agradecendo a Deus por ter ela na minha vida. — Mas como chora – JK fala me encarando e começa a rir — Eu choro agradecendo a Deus pela vida dela – eu falo para ele e ele me olha — E eu agradeço pela vida de vocês duas – ele beija a minha testa -m mas é muito linda dormindo. — Ela dormiu te chamando – eu falo – você acredita? Que ela fala papai antes de mamãe. — Porque eu sou o melhor – ele fala rindo — Você é um bobo. — Sou – ele fala – por vocês dois e por essa coisa gostosa que eu amo morder. — Ela terá orgulho de você – eu falo para ela – você é um pai maravilhoso. — Serei um pai maravilhoos para ela e para todos os nossos filhos que vier. — Meu Deus, espera ela crescer um pouco – eu falo — Sim – ele fala – a gente tem a vida toda pela frente, mas se ficar só nela, está ótimo. Ela é a razão de nossas vidas – eu sorrio para ele. Jk era um fofo, ele tinha feito todo o quartinho dele, ele mesmo, fez o berço, todos os moveis, os itens de decoração e sempre que estava em casa, passava em volta dela, além de sempre estar fazendo tudo por mim. Ele me incentivou a terminar os meus estudos e me ajudava muito, ele me apoiava em tudo, ele me incentivava muito a crescer e sempre me mostrando que estaria do meu lado. Nosso sentimento foi se criando aos poucos, dia após dia, a gente eaprendeu amar um ao outro. — Eu te amo – ele fala — Eu também te amo – eu falo sorrindo para ele e a gente se beija. Maisa narrando — Olha esse A;ntonio – eu falo mostrando para ele o intercambio para o Canadá. — Gostei desse curso – ele fala – deixa eu ver. — Acho que combina com você mesmo, eu já me imagino visitando você meu filho e curtindo uma neve – ele começa a rir — Todos os lugares você se imagina. — Não posso? — Pode – ele fala – é claro que pode. — Mas também imagino você, lindão lá, as meninas tudo caindo em cima, acho que não gostei dessa parte – a gente começa a rir. A minha relação com Antonio se criou aos poucos e hoje era meu filho, eu o amava da mesma forma que amava Pedro, aos poucos fomos pegando confiança um no outro e ele decidiu que queria se formar em uma faculdade e Martin apoiou totalmente. Mesmo ele sendo filho do dono do morro agora, porque Martin ocupou o lugar de Pesadelo, ele se manteve firme em sua escolha e Martin como um pai maravilhoso que era apoiou totalmente. — Olá – eu falo entrando na boca e Martin me encara. — Oi meu amor – ele fala — Vim te trazer a janta, já que não foi jantar. — Você deveria estar descansando. — Estou grávida e não doente – ele começa a rir Eu estava grávida de 5 meses, eram gêmeos , um casal, iriam se chamar Joana e Joaquim. Eu e Martin a gente estava tão felizes. Com certeza, eu e ele nascemos um para o outro, só nos perdemos no meio do caminho. Logo nossos filhos iriam nascer e a nossa família estaria completas. Eu, ele e nossos quatro filhos. Antonio, Pedro, Joana e Joaquim. Capítulo 172 Marielle narrando 2 anos depois.... A gente foi embora do morro mas não do Rio de Janeiro, até porque nossa família inteira mora lá, Augusto nunca teve seu nome fichado e nem procurado, então isso facilitou para que a gente tivesse uma vida tranquilia. Estamos em uma praia pequena na cidade de Guapimirim, bem perto do Rio de Janeiro, onde a gente tinha uma casa na beira da praia e todos acreditam que Pesadelo é somente mais um pescador. Confesso que Augusto planejou nosso destino com todos os detalhes que a gente merecia, eu olho pela janela e vejo ele brincando no barco junto de Gabriel, nosso filho de dois anos de idade. Nosso menino arco íris que veio para nossa vida para nos alegrar. Ele tinha todo o amor do pai e todo o tempo dele, a vida de Augusto era mimar aquele garoto, brincar com ele e fazer dos nossos dias mais felizes e divertidos. — Vamos almoçar – eu chamo eles — Peixe – Gabriel já vem correndo falando. Ele queria comer peixed 24h do seu dia, ele era o Augusto por inteiro e a Isa também, agitado igual a Isa quando criança, deixava a gente de cabelos brancos, mas a gente agradecia todos os dias pela sua vida. Augusto sempre fazia os filés de peixe porque ele gostava e assim evitava de ter tantos espinhos, era um cuidado enorme por ele, eu até tentei enganar uma vez ele dando frango empanado, mas ele com dois anos de idade sabia mutio bem a diferença do peixe para o frango, ele era esperto de mais. Falava, falava que nem a Isa falava quando pequena, de deixr a gente doido, mas era maravilhoso escutar tua voz todos os dias nos acordando. Augusto sempre disse, que ele sempre sonhou com isso e eu também, uma vida calma, na beira da praia, e podendo curtir um filho, depois de duas percas, veio meu menino arco íris na hora certa, na hora que a gente mais precisava. — Quero dormir papai – Gabriel fala para ele Gabriel amava dormir nos braços de Augusto, ele dizia que era enormes, e adorava brincar com a barba dele e seus cabelos grandes, toda vez que eu olhava para Augusto ninando o Gabriel, eu lembrava dele fazendo a Isa dormir, eu me emocionava toda vez, porque sempre sonhei com esse momento de estar ao lado dele, com a nossa família. Isa vinha nos visitar sempre e quando a gente cobrava os netos, ela dizia que todo mundo já tinha popularizado o mundo e que ela não precisava popularizar agora, só queria curtir os irmãos, os cunhados e a afilhada. Isa mudou completamente e ela era o pai dela puro, em tudo, decidida e teimosa, não tinha quem dobrasse aquela garota. Eu vou até o quarto e vejo Gabriel dormindo em cima de Augusto e olha que Gabriel era grande para a idade mas ficava pequeno perto do pai, tinha que concordar com Gabriel, Augusto era um ursão gigante. Eu fecho a casa, ligo o ar condicionado e me deito na cama junto deles, Augusto se acorda quando eu me deito e coloca Gabriel no meio de nós, eu abro um sorriso para ele e ela bre um sorriso para mim. — Eu te amo – ele fala — Eu também te amo meu amor – eu falo para ele. Eu pego no sono com ele acariciando o meu rosto e cheirando os cabelinhos de Gabriel e durmo com um sorriso no rosto. EPÍLOGO ISABELA NARRANDO Eu estava sentada na cama tremendo as minhas pernas, olhava o tempo todo para o lado e Pedro entra no quarto. — Teste de gravidez? – ele pergunta tirando a arma da cintura e colocando na cômoda. — Só o que me falta, eu querer popularizar o mundo também – ele começa a rir — Um dia vamos ter que pensar em ter filhos. — Olha para nós – eu falo para ele – a gente briga pela ultima batata frita da porção, come chocolate escondido um do outro, que maturidade a gente tem para ter filhos? – Pedro começa a rir. — O que deu ai? – ele pergunta — Negativo, graças a Deus – eu falo — Se fosse positivo, você sabe que eu ia amar – ele fala — Vamos esperar – eu falo para ele – mais uns dez anos. Combinado? — Combinado – ele fala – mas também olha, você se protege até alma, só falta vestir uma c*******a que cabe no seu corpo todo, porque tem medo de engravidar até pelo umbigo — Deus me livre, sei lá – eu falo para ele – Ana ficou gravida, Marisa ficou gravida, Marielle ficou gravida, já tem criança de mais nesse mundo. — Vamos ser irmãos, cunhados e Padrinhos então por enquanto – ele fala me beijando. — Hoje não era seu plantão? — Era – ele fala – mas, JK tá lá na boca. Parece que ele e Ana vão viajar. — Sim – eu falo – Meu Deus, eu vou ficar com ela. Nós vamos. — Nós não – ele fala – eu vou estar na boca de plantão. — Traidor – eu falo e Pedro começa a rir. Eu tinha completamwnte esquecido que eles iriam ir para serra passear, e eu tinha ainda incentivado e dito que ficaria com Maria Fernanda. Meu deus que desastre, coitada da minha afilhada. No outro dia Pedro pega e vai para boca e eu busco Maria Fernanda. — Vamos ficar bem né? – eu pergunto para ela — Sim – ela responde toda feliz. — Ok, qualquer coisa me liga – Ana fala. Maria Fernanda tinha 2 anos e 8 meses e era uma menina muitoo alegre. — Diz oi para o dindo – eu falo para ela — Oi dindo – ela vai correndo até Pedro. — O que estão fazendo aqui? – Pedro pergunta — Ela queria muito te ver né – eu pergunto e ela começa a rir e Pedro me encara — Eu também queria – ele fala fazendo cocegas nela. Eu e Pedro a gente tinha combinado mutias coisas em nossas vidas e a primeira que a gente ia curtir muito o começo do nosso relacionamento, a gente curtia nossos irmãos e nossa afilhada, já estava bom de mais. Passamos a noite toda com Maria Fernanda e no outro dia entregamos a filha para os pais, isso que era bom. Eu ajudo Pedro na administração do morro junto com Martins, estava na frente o tempo todo com eles, JK na gerencia da boca e nós três aqui dentro da boca, confesso que eu não me via fazendo outro lugar, que não seja comandando esse lugar junto. Eu sempre dizia que a cabeça pensante entre os três homens era a minha e eles ficavam putos mas depois acabavam sedendo e a gente ficava nessa picuinha por horas. Eu nunca imaginei que eu seria tão feliz em um lugar como eu estava sendo aqui. — O que você acha? – Pedro pergunta da proposta de exportações de armas para o morro do alemão. — Bastante armamento né – eu falo — Precisamos ter – ele fala — Eu vi que nem todos os vapores estão com armas – eu falo para ele — Apenas os principais – ele fala — Mas isso é meio r**m né? – ele me encara – exemplo se der uma invasão,a té os outros vapores forem pegar as armas, já entraram. — Então pensando assim precisamos desse carregamento – ele fala — Ok, eu deixo você aceitar ele – ele me encara e começa a rir — Ah, você deixa – ele fala — É, você me perguntou – eu falo e ele começa a rir — Mandona – ele fala — Obediente – eu respondo e ele me olha. A gente era um casal que brincava com tudo, ria e se divertia, nunca tinha tempo r**m para nós. — Posso dizer uma coisa que eu pensei agora – ele fala — O que? – eu pergunto para ele. — Eu jamais imaginei que aquela garota cheia de marra, que olhava por cima para todos aqui, um dia estaria aqui discutindo carregamento de arma e drogas – ele fala — E nem mesmo acendendo um baseado? – eu pergunto acendendo um — Nem emsmo fazendo isso – ele fala – meu Deus, acho que trocaram a Isabela. – ele começa a rir — Eu fico pensando o tão ridícula eu seria se não tivesse vindo para o morro, sabe aquelas patricinha que anda na ponta dos pés na areia, essa seria eu. — Você fazia isso andando aqui no morro. — Que mentira – eu falo — É verdade, toda de nariz empinado e andava toda na pose – ele fala debochando — E você pegava no meu pé o tempo todo – eu bato em seu ombro — Já tinha me apaixonado por você desde o primerio dia. — É claro, eu sou apaixonante – eu falo ridno para ele. — E convencida pra c*****o – ele fala. A gente se beija e depois eu o empurro. — Vai acieta ai o carregamento que eu deixei você aceitar – ele começa a rir – anda, aceita — Vou aceitar. – ele fala rindo. A gente se completa um ao outro, ao mesmo tempo que estamos aqui decidindo coisas para o morro, a gente também sentava em um mc donalds da vida e comia hamburguer, olhava séries e brigava por coisas bobas do dia a dia, se amava como dois adolescentes e curtia a nossa vida intensamente. Eu cheguei a conclusão que eu nasci destinada a esse morro, destinada ao Pedro, destinada a minha família. Como eu amava cada canto desse morro, eu tinha um amor imenso por cada um aqui dentro, por cada morador, por cada criança, por cada detalhe desse lugar. Eu julguei tanto esse lugar e hoje eu faço parte dele, eu vivo nele e não me vejo longe do Morro do Alemão, longe da minha família e longe do meu Pedro. Eu realmente nasci para ser a filha do dono do Morro e não importa a posição que eu esteja, eu estava aqui dentro para agregar o comando do morro. Os inimigos que me perdoem, mas eu nasci para ser a forma feminina do meu pai, um pouco mais delicada, mas nasci. Eu pego a minha arma rosa na mão e abro um sorriso encarando ela. Essa agora era a minha vida. FIM
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