KAI Estava ligeiramente entediado dentro de seu caixão sustentando acima do chão por uma armação de ferro como se fosse um leito. O chão do local era de mármore escuro e de tão límpido brilhava. Havia velas negras por todo o ambiente apoiadas acima do chão por castiçais de prata e um guarda-roupa de mogno como única mobília significativa na alcova. Seu espaço no castelo que lembrava uma catedral gótica era quase um eco vazio, apesar de nos outros aposentos os deuses da carnificina se dividirem com vários caixões num mesmo cômodo. Sabia que o sol já havia surgido, mas simplesmente não conseguia acalmar sua mente para meditar. Os anciões questionavam suas atitudes como rei por não beber mais sangue humano, os servos que ofertavam-se a ele sem dignidade esquecendo-se que foram humanos, est

