Capítulo 5

537 Words
Continuo tentando ler mais algumas coisas da pasta e entendo algo sobre usar o prisioneiro como cobaia no teste de um remédio que ao que parece seria um estimulante s****l. Agora eu entendo um pouco mais os conteudos dos vídeos. Um tempo depois e ele parece despertar aos poucos, checo sua temperatura e ele parece mais normal, estável agora, porém ainda fraco. Saio para checar um pouco o local onde estamos e acabo encontrando um vestiário com alguns chuveiros, testo alguns, um deles funciona e por incrível que pareça a água não está fria. Deve ter algum aquecedor velho aqui funcionando ainda. Vou até o prisioneiro, e coloco seu braço em volta do meu pescoço. Minha mãe sempre dizia que um banho morno é bom para se recuperar de uma febre. Arrasto uma cadeira e o coloco sentado debaixo do chuveiro. Não posso sair de perto porque ele ainda parece meio desacordado. É estranho ficar ao lado de um homem nu assim por tanto tempo e ainda mais quando meus olhos descem para o dispositivo em seu pênis que agora claramente sei para quê funciona. Ele está quase acordando, mas ainda parece fraco. Eu desligo o chuveiro e o enrolo ao cobertor para ele se enxugar e manter seu corpo coberto para que eu possa erguer ele e o levar novamente para o colchão. Ele treme de frio agora e coloco o outro cobertor para cobrir seu corpo. Ainda espero pelo resgate. Uns minutos depois de andar pelo local encontro duas latas de azeitonas em conserva e duas de atum, guardo. Isso aqui era realmente uma escola antes. Volto para ver meu prisioneiro e ele está acordado agora, eu havia amarrado seus pés com uma corda para ele não fugir na minha ausência. Olho para ele que ainda parece assustado. Ele treme e percebo que é de frio. Eu digo: __Você está bem? Mas ele mais uma vez não me entende, porém tem uma aparência melhor. Ele olha para os seus pés e eu me aproximo devagar, pego minha arma e ele me olha assustado. Eu vou com calma com as mãos no ar, coloco a arma sobre a cadeira ali perto e vou até a corda a desamarrando sob seus olhos atentos. Eu fico olhando ele se encolher, nem parece mais um homem feito de 24 anos que sei que ele tem agora. Eu abro a mochila e mostro o par de roupas que eu trouxe, ele olha atento, mas não tem como eu o vestir com essas algemas. Eu pego as chaves que peguei no laboratório e mostro a ele dizendo: __Posso abrir isso aí, mas tem que me prometer que não vai fugir ou fazer algo i****a. Ele não me compreendo e eu digo em sua frente bem perto olhando em seus olhos: __Não, Fugir. Mostro a porta e concluo: __Tem muitos lá fora, vão m***r você. Ele repete em meu idioma: __Não, fugir. Ele parece afirmar e eu preciso confiar nele ou o coitado vai morrer de hipotermia sem roupas assim nessa noite fria. Pego o molho de chaves e depois de duas tentativas encontro a das algemas dele. Ele esfrega seus pulsos e percebo que fazia um tempo que ele as usava.
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