Capítulo 6

546 Words
Eu lhe entrego o casaco que ele coloca imediatamente. E quando vou lhe entregar a calça eu vejo aquela chave estranha do molho em minhas mãos, ela é a mesma que os vi usando no vídeo para prender aquele dispositivo. Eu mostro para ele, que n**a com a cabeça e se encolhe ainda mais contra a parede e eu digo tentando acalmá-lo mesmo que ele não me entenda: __Eu posso tirar. Veja. Ele balança a cabeça quase começando a chorar de desespero. Eu sinto pena dele agora. Mas então ele me encara e diz alguma coisa em seu idioma que eu não entendo e faz uma expressão de dor. Eu me aproximo e olho de perto quando ele permite me mostrando. Seu pênis está quase roxo e vermelho ao mesmo tempo, isso deve ser insuportável. Eu peço para ele ficar calmo, mostro a chave e vou devagar até lá. É um pouco bizarro ter que fazer isso, mas não acho que ele vá conseguir sozinho, só quero ajudar mesmo. Seguro o cadeado,ele encolhe,eu olho para ele,peço calma e introduzo a chave diferente das outras. Seus olhos estão atentos e assombrados. Abro o cadeado devagar, mas ainda há algo preso na ponta e quando vou puxar percebo que estava introduzido em sua uretra. Ele segura a camisa do meu uniforme e geme enquanto eu puxo devagar vendo o tamanho disso que estava dentro dele. Quase vacilo agora ao ver inteiro retirado de dentro dele. Jogo em um canto e volto para o que parece ser uma espécie daquelas cadeias de castidade e o retiro do seu pênis o jogando em um canto também. Seu pênis está marcado com os desenhos do dispositivo, mas agora livre disso, ele começa a crescer devagar e o prisioneiro se envergonha, eu digo: __Tudo bem. O cara está entupido de estimulante s****l e não deve ter gozado há tanto tempo que nem sei o que pensar agora. Apenas o deixo ali vestindo a calça. Quando ele termina vou até as latas de azeitonas e atum, pego e abro pra gente. Mesmo dizendo a ele que poderemos ficar aqui por um tempo não acho que ele tenha entendido, mas come um pouco. Ele diz alguma coisa, mas não consigo entender. Então ele abaixa a cabeça e junta as mãos, então diz em meu idioma: __Obrigado. Eu balanço minha cabeça afirmativamente. Ele não deveria agradecer, estou levando ele para uma base pra interrogatório. Ele diz tocando em seu peito: __Liak. Eu digo: __Hunter. Agora fico pensando sobre o que meus superiores planejam para ele, de qualquer forma não é problema meu e nada do que fizerem pode ser pior do que ele já passou, ele dá conta. Quando terminamos eu pego as algemas dizendo: __Preciso prender você. Ele prontamente diz: __Não, fugir. Mas não posso confiar nisso. Vejo seus pulsos marcados, ele nem tenta se defender quando os seguro. Seus olhos estão tristes, ele abaixa a cabeça em submissão. Deve estar acostumado a isso. Eu solto seus pulsos e vou até uma de suas pernas o prendendo a um pilar ali perto. Quando olho em seus olhos vejo agradecimento. Um tempo depois e ele dorme, me sento em uma cadeira e tento descansar uns minutos, mas melhor ficar em alerta, estamos em território inimigo.
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