Depois que desabafei com Marcelo, senti um peso saindo do meu peito, uma leveza que fazia tempo eu não sentia. Era como Jaqueline dizia: eu estava diante de um homem de verdade, e não aquele bosta do Canário. Tive que controlar os ânimos dele, estava alterado. Sedento por mim. Cheio de tesãö e eu adorava ver isso brilhando no olhar dele. Ver Arthur brincando, rindo ao lado de Marcelo, enchia meu coração de esperança. Quando Arthur dormiu, percebi que não tinha para onde fugir. Ele me queria, e eu estava louca para sentir as mãos dele explorando meu corpo, despertando em mim desejos que estavam guardados há tempos. Andamos por alguns passos agarrados, e ele falando como me desejava. Marcelo com aquele jeito bruto e ao mesmo tempo doce... o cheiro dele, a forma como os ombros largos ocup

