Capítulo 37

743 Words
VT Narrando - Estava lá com minha patricinha no maior só Love só Love, a amiga dela foi no banheiro e voltou virada no cão filho. Chamou a Luana pra ir embora e os caralhos, mas claro que ela não ia, duvido. Maior tempão querendo carne nova e fresca, ninguém vai me atrapalhar. - Digão chegou querendo saber o que estava acontecendo e ela saiu metralhando, falando um monte, aí peguei a visão que a Nicole tinha aprontado, pra variar. Já comi ela algumas vezes mas botei logo pra ralar, queria que eu fizesse compra pra casa dela, pagasse aluguel, pagar isso, pagar aquilo, ih to foraaa. Lógico que se você ta com a mina, tem que fazer o mínimo. Mas não era o nosso caso, quando nós transava dava uma meta pra ela e fé. Ela não ficava só comigo, já rodou na mão de vários e na minha vez queria que eu bancasse, devo ter cara de otario mesmo. Mas o que me surpreendeu foi ela ter falado que era fiel do Digão, alguma coisa tem aí e esse viado não me falou. A morena discutindo lá com o Digão, briga de gigantes ta? E do nada uma invasão, não tenho pazzzzzz. - Fomos descendo em direção a casa do Digão, eles seguiam discutindo, isso vai dar casamento e eu já to pegando a visão. Ela peita ele firme e ele já matou por menos, se ele ainda não fez nada é porque tá gostando, ele acha que eu sou bobo. Dei um se liga nos dois porque ninguém merece, os tiros quase na nossa frente e eles discutindo, aí não tá adiantando. - Chegamos na casa e já botamos elas no cofre e partirmos pra guerra. Sabia que o Arafá iria tentar algo cedo ou tarde, essa rivalidade já é antiga e ele é a prova viva de que o inimigo pode estar do seu lado. - Seguimos pelas vielas e o Arafá chamou no rádio, Digão ficou cego de raiva e ódio, ele respondeu e eu atrás dele seguindo. Do nada uma explosão e vários tiros, nós foi parar longe e eu fiquei desnorteado e meio desacordado que não consegui nem levantar, levantei depois de um tempo com um dos nossos vapores me ajudando. - Já fiquei na atividade vendo o Digão se aproximando e vi que ele tomou um tiro, aí fiquei louco, tá maluco. Acertaram o chefe, o meu irmão. Pode acontecer tudo comigo, menos com ele, ele não. Acionei no rádio um vapor pra levar ele pro posto pra hora e o Cerrote já encostou, ele já entrou no carro e eu ia entrar mas ele pediu pra tirar as minas do cofre, já não estava nem lembrando, estava eufórico. - Chamei alguém no rádio pra me pegar aqui na rua dois e me levar na casa do Digão, vou tirar as minas de lá e colar no posto. Espero que não tenha sido nada grave, Digão é de raça. - Não demorou muito pro Chefin chegar com a moto, subi na garupa em direção a casa do chefe, cheguei lá e já fui tirar as minas. Abri o cofre elas vieram correndo. Luana: Você tá bem? - falou passando a mão no meu rosto e me abraçando. VT: To bem, fica tranquila. - Falei dando um beijo e retribuindo o abraço. - Vou pedir pra um dos nossos vapores levar vocês porque preciso ir pro posto ver o chefe que foi baleado. Caroline: Chefe no caso você ta se referindo ao Digão?.- Perguntou meio abalada. VT: O próprio. Caroline: Eu não vou a lugar nenhum antes de ver ele. Vamos, quero ver ele logo.- Saiu andando na frente de malucona mesmo. - Espero que ele não fique puto comigo hahaha mas eu vou levar porque não quero apanhar dessa mina, ela é meio maluca, do jeito que o dono do hospício vulgo Digão gosta. - Peguei um carro do Digão na garagem dele, espero que ele não me mate por isso também. Elas entraram no carro e Partimos pro posto, não demorou muito e nós já chegou, o Cerrote estava na porta. Dei o papo nele pra ver os prejuízos do morro, organizar enterro para os vapores que morreram e mandar uma meta pra família de cada um, essa é a pior parte. Mas o que conforta é que os manos morreram no cumprimento do dever, defendendo o que é nosso, esse morro é nosso!
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