- Fui na direção do VT, geral correndo desesperado e com medo, o caos instalado irmão.
Digão: BORAAAAAA, levar elas pra minha casa, colocar elas no cofre. Tu só me arruma problema, isso ta a cara que é o pai dela invadindo porque descobriu que ela ta aqui, isso se não for uma armação dela com o pai dela pra me pegar.
VT: Não viaja Digão, vamos descendo e pegar a visão de quem tá invadindo.
- Descemos correndo com elas na frente, meus seguranças e os do VT fazendo a nossa contenção. Entramos no carro do VT e elas visivelmente nervosas.
Caroline: O que ta acontecendo gente?
Digão: Alguém ta invadindo meu morro e reza muito para não ser teu pai.
Caroline: Meu pai? Porque ele faria isso?
Digão: Deve esta sabendo que você está aqui ou se você não estiver macumonada com ele né.
Caroline: Eu não faria isso. Entendo que você está nervoso mas não me acusa sem saber, você não me conhece.
Digão: Nem você me conhece e também não queira conhecer, tu vai querer ver o d***o mas não vai querer me ver, fica na tua e de bico calado pra não ganhar um corte novo. - Falei e ela automaticamente colocou a mão nos cabelos hahaha me deu aquela vontade rir mas eu segurei
Caroline: Encosta no meu cabelo pra você ver se eu não te mostro quem é a dona do inferno.
Digão: Não me desafia, você vai se arrepender.
VT: Tem como vocês ficar namoral p***a? Estamos no meio de uma invasão, os tiros ficando cada vez mais próximo e vocês discutindo, não fode. - Olhei pra ele com cara de puto mas eles tinham razão.
- Chegamos na minha casa, já fui levando as duas pro cofre, a amiga dela estava indo na frente com o VT que estava visivelmente estressado, aproveitei e empurrei ela no banheiro proximo aonde estávamos, precisava conferir uma parada que esta tirando a minha paz.
Caroline: O que você está fazendo? - Falou assustada entrando no banheiro.
Digão: Preciso conferir uma parada. - Levantei o vestido dela e vi que ela estava de short por baixo, para a minha paz, que alívio.
Caroline: Você é maluco? Tem problemas? - Me olhou incrédula me empurrando.
Digão: Só queria saber se você estava de short c esse vestido que da pra ver até o útero se bobear.
- Saiu p**a da vida do banheiro e eu aliviado, seguimos para o cofre.
- Digão: Só eu e o VT tem a senha do cofre, então quando acabar a invasão só um de nós dois vai tirar vocês daqui, é para a segurança de vocês. Aí tem frigobar, se quiserem alguma coisa só pegar, fé. - falei saindo e a diaba me olhando com um olhar mortal hahaha
- Partimos pra boca de carro mesmo já que minha moto ficou no baile, deixei alguns seguranças fazendo a segurança da casa e vamos partir pra guerra.
Rádio On..
Digão: QUEM É QUE TA INVADINDO p***a?
Vapores: É a tropa do Arafá chefe, estão vindo pesadão.
Digão: Taca tiro, bota esses filhos da p**a pra descer a base de bala. Não deixa passar da rua 2.
Vapores: Já é chefe.
- Rádio Of.
- Eu e VT chegamos na boca, pegamos coletes e munição porque armado nós ja estava até os dentes. Fui descendo as vielas, a bala cantando, vários vapores morrendo, tanto deles quanto nosso. Cenário de guerra mesmo, esse cara é muito sujo. Ele aproveitou que era dia de baile, morador tudo na rua, comércios abertos vendendo a pamparra e ele faz isso. Vou mostrar pra ele que comigo não se brinca.
Arafá: Digão cadê você? Botou os soldados na pista e ta entocado em casa cuzão? - Saiu a voz no rádio desse filho da p**a, provavelmente pegou de algum vapor morto ou ferido.
Digão: Bota cara comédia, vamos resolver isso de homem pra homem. - Falei correndo pra viela e VT logo atrás de mim.
- Arafá: To mais próximo do que tu imagina cuzão. - Do nada uma explosão de bomba perto de mim e do VT, fui parar longe e ele também, e do nada começou uma trocação de tiro. Levantei já escaldado, meus vapores já apareceram atrás de nós, VT ainda no chão, que loucura. No meio da fumaça o Arafá aparece meio que escondido no muro de uma casa rindo igual um psicopata.
Arafa: Achou mesmo que eu não ia aparecer? Hahaha tu é um comédia
- Digão: Então vem que eu vou te mostrar que tu é um vacilão otario e comigo tu não tem vez, sempre vou estar a um passo na tua frente porque tu é um merda e um invejoso do c*****o, sempre quis ser eu.
Arafá: Acha mesmo que vou invejar um merda? Que não tem merda no cu pra cagar? Tu herdou isso aqui do teu pai, mas não foi conquistado, foi dado.
Digão: E tu queria esta no meu lugar e não tem cu pra isso.- Falei atirando na direção dele e ele atirou pra cima de mim , e me acertou um tiro no braço e saiu vazado.
Arafá: Isso é só um susto pra tu ver do que sou capaz.
- Fui indo atrás dele mas ele ja tinha desaparecido, a bala ainda estava comendo, voltei pra onde estava e o VT já tinha se levantado.
- VT: Digão teu braço tá sangrando pra c*****o.
Digão: Depois vejo isso, vamos botar esses filhos da p**a pra correr que já passou da hora.
- Fomos descendo sentido direção a barreira fui trocando tiro, derrubando vários e vendo o estrago que eles fizeram no morro, isso não vai ficar assim. Ele mexeu com a pessoa errada e vai pagar caro por isso.
- Eles foram recuando e os fogos estouraram no céu com o fim da invasão.
- Comecei a ficar meio fraco, a vista embaçada devido ta perdendo muito sangue. VT acionou os vapores no rádio.
- Rádio On.
VT: Quero um carro pra hora aqui na rua 2, chefe ta baleado, bora c*****o.
- Não demorou muito e o Cerrote já encostou com o carro, fui entrando meio tonteado. VT ia entrar no carro, já mandei ele ficar e ir tirar as minas do cofre, se não daqui a pouco tem uma segunda invasão com o pai dela aqui e eu não to podendo no momento.
- Chegamos no posto e o Cerrote gritando, atendimento pro chefe aqui, ele ta baleado. Não sei pra que isso tudo, parece até que to morrendo.
- Já fui pra sala de tomografia, deitei na cama e odiei essa p***a, bagulho sinistro, tu fica entrando e saindo do bagulho lá do aparelho e eu sou meio frouxo pra esses bagulhos, odeio hospital.
Médica: Bom Digão, graças a Deus a bala não ficou alojada, entrou e saiu o que é ótimo por sinal, também não perfurou nenhum órgão. Vou pedir para fazerem um curativo e te dar um remédio para dor e você vai ficar aqui em observação até amanhã.
Digão: Tem necessidade disso mesmo doutora? - Falei impaciente, odeio hospital mano.
Médica: Sim, mas não se preocupe, eu vou cuidar muito bem de você. - Falou passando a mão na minha barriga, to dizendo que essas mulheres de hoje em dia são tudo safadas.
- Me levaram pro quarto, me deram remédio pra dor e eu apaguei.