Capítulo 11

645 Words
Caroline Matolly Narrando - Estávamos indo em direção ao meu carro, espero que dê certo hahaha,. Hoje estava me sentindo linda e maravilhosa, me sentindo eufórica e muito ansiosa para curtir essa noite ao lado da minha amiga. - Entramos no carro, botei o cinto e apertei o controle no portão, ele abriu e dei saída com o carro não liguei para o portão que fecha no automático. - Fiquei pensando o quão perigoso seria só nos duas com essa máquina na minha mão. Meu carro é um Fiat toro Suv compacto azul caneta. Quase não chama atenção hahahah - Despensei esses tipos de pensamentos que hoje quero filtrar só coisas boas. - Seguimos o caminho conversando e a Luana me distraindo porque ela sabe que fico nervosa dirigindo. Paramos em um sinal e dois carros pretos cercaram a gente, fiquei assustada mas mantive a calma por conta da Luana que é extremamente nervosa com essas coisas.- - Caroline: Luana mantém a calma, eles provavelmente querem nos assaltar. - disse parando o carro em uma freiada brusca. - Luana: Amiga eu to com medo, pelo amor de Deus. Eles vão matar a gente. - Veio exatamente uns cinco homens encapuzados e fiquei extremamente nervosa, não seria tudo isso para um assalto. Mantive a calma e comecei a pensar nas coisas que meu pai me instruia caso isso acontecesse um dia. - Um dos caras veio na direção da porta do motorista que eu estava e veio me puxando. - Caroline: Não precisa nos machucar, podem levar o carro, vocês querem dinheiro? Eu dou a vocês. Só nos deixem ir embora. - Disse nervosa e praticamente gritando. - Um outro homem tirou a Luana do carro e mandou ela seguir em direção contrária sem olhar para trás se não levaria um tiro. - Me desesperei, comecei a gritar perguntando o que eles queriam comigo, já que liberaram ela e eu não. - Nenhum dos homens falaram nada, praticamente fiquei falando sozinha. Me levaram até um carro, colocaram uma toca na minha cabeça e eu não vi mais nada. - Sentia os movimentos do carro se locomovendo pedi a Deus pela minha vida, que ele tome conta de mim e tome frente de tudo que esta por vir. - No fundo eu sentia o porque eles estavam fazendo isso comigo. Alguma coisa interligada ao meu pai, vão me sequestrar e pedir o resgate. - Espero que tudo fique bem, não mereço morrer dessa forma c***l por criminosos que não tem amor e empatia por ninguém. - Comecei a chorar e a me tremer, a ansiedade tomou conta de mim. Não conseguia respirar direito, faltava o ar, ele não preenchia meus pulmões. - Chorando descontroladamente gritei para que não me fizessem m*l, nunca fiz m*l a ninguém, não merecia isso.. - Comecei a gritar pedindo para que pudessem tirar a máscara de mim, não estava conseguindo respirar direito. - Um homem com a voz firme disse, botem as máscaras e tirem a dela. Já estamos no escuro, ela não vai conseguir ver nada. - Digão: Fica calma mina, ninguém vai fazer nada com você. - Caroline: Porque estão fazendo isso comigo? Me deixe ir embora, eu sumo no mundo e finjo que isso nunca aconteceu. - Digão: A vida não é um morango como você pensa que é não, fica quietinha antes que eu esquente a minha cara com você. - Segui quieta tentando me acalmar e tentando me convencer de que tudo ficaria bem. - Não tem como ter noção do tempo sem celular e relógio. Porque tiraram de mim e jogaram dentro do carro, mas acredito que já estamos umas duas horas dentro desse carro e eu orando para que Deus me proteja e guarde. - Não sei como meu pai vai me achar mas sei que ele vai. Não vejo a hora desse pesadelo acabar.
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