Caroline Matolly Narrando
- Estávamos indo em direção ao meu carro, espero que dê certo hahaha,. Hoje estava me sentindo linda e maravilhosa, me sentindo eufórica e muito ansiosa para curtir essa noite ao lado da minha amiga.
- Entramos no carro, botei o cinto e apertei o controle no portão, ele abriu e dei saída com o carro não liguei para o portão que fecha no automático.
- Fiquei pensando o quão perigoso seria só nos duas com essa máquina na minha mão. Meu carro é um Fiat toro Suv compacto azul caneta. Quase não chama atenção hahahah - Despensei esses tipos de pensamentos que hoje quero filtrar só coisas boas.
- Seguimos o caminho conversando e a Luana me distraindo porque ela sabe que fico nervosa dirigindo. Paramos em um sinal e dois carros pretos cercaram a gente, fiquei assustada mas mantive a calma por conta da Luana que é extremamente nervosa com essas coisas.-
- Caroline: Luana mantém a calma, eles provavelmente querem nos assaltar. - disse parando o carro em uma freiada brusca.
- Luana: Amiga eu to com medo, pelo amor de Deus. Eles vão matar a gente.
- Veio exatamente uns cinco homens encapuzados e fiquei extremamente nervosa, não seria tudo isso para um assalto. Mantive a calma e comecei a pensar nas coisas que meu pai me instruia caso isso acontecesse um dia.
- Um dos caras veio na direção da porta do motorista que eu estava e veio me puxando.
- Caroline: Não precisa nos machucar, podem levar o carro, vocês querem dinheiro? Eu dou a vocês. Só nos deixem ir embora. - Disse nervosa e praticamente gritando.
- Um outro homem tirou a Luana do carro e mandou ela seguir em direção contrária sem olhar para trás se não levaria um tiro. - Me desesperei, comecei a gritar perguntando o que eles queriam comigo, já que liberaram ela e eu não.
- Nenhum dos homens falaram nada, praticamente fiquei falando sozinha. Me levaram até um carro, colocaram uma toca na minha cabeça e eu não vi mais nada.
- Sentia os movimentos do carro se locomovendo pedi a Deus pela minha vida, que ele tome conta de mim e tome frente de tudo que esta por vir.
- No fundo eu sentia o porque eles estavam fazendo isso comigo. Alguma coisa interligada ao meu pai, vão me sequestrar e pedir o resgate.
- Espero que tudo fique bem, não mereço morrer dessa forma c***l por criminosos que não tem amor e empatia por ninguém.
- Comecei a chorar e a me tremer, a ansiedade tomou conta de mim. Não conseguia respirar direito, faltava o ar, ele não preenchia meus pulmões.
- Chorando descontroladamente gritei para que não me fizessem m*l, nunca fiz m*l a ninguém, não merecia isso..
- Comecei a gritar pedindo para que pudessem tirar a máscara de mim, não estava conseguindo respirar direito.
- Um homem com a voz firme disse, botem as máscaras e tirem a dela. Já estamos no escuro, ela não vai conseguir ver nada.
- Digão: Fica calma mina, ninguém vai fazer nada com você.
- Caroline: Porque estão fazendo isso comigo? Me deixe ir embora, eu sumo no mundo e finjo que isso nunca aconteceu.
- Digão: A vida não é um morango como você pensa que é não, fica quietinha antes que eu esquente a minha cara com você.
- Segui quieta tentando me acalmar e tentando me convencer de que tudo ficaria bem.
- Não tem como ter noção do tempo sem celular e relógio. Porque tiraram de mim e jogaram dentro do carro, mas acredito que já estamos umas duas horas dentro desse carro e eu orando para que Deus me proteja e guarde.
- Não sei como meu pai vai me achar mas sei que ele vai. Não vejo a hora desse pesadelo acabar.