Maite narrando Na subida para a minha casa eu nem conseguia pensar direito com a aproximação do Corvo. Minha mente era um turbilhão de medos e, para ser sincera, de um desejo fodido que eu m*l podia nomear. Estou deitada na minha cama, completamente exposta para ele. A luz fraca do abajur m*l cobre a pele, mas sinto o olhar dele me devorando, e isso me faz esquentar por dentro de um jeito que eu não sentia há muito tempo. — Eu tenho tanta saudade do seu corpo, diga para mim que ficou me esperando todo esse tempo, que ninguém tocou em você como eu toquei — a voz dele, grossa e cheia de desejo, vibrou perto do meu ouvido, enquanto seus dedos traçavam o contorno do meu rosto. Minha garganta secou. As palavras ficaram presas. — Não... Corvo... eu nunca... — tentei responder, mas ele me

