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O sobrinho do meu marido

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Blurb

MARIANNA está em um relacionamento conturbado, quando tem uma noite de farra com as amigas conhece um rapaz bem mais novo que ela, tenta relutar ao charme dele, mas acaba se envolvendo por aquele rapaz sedutor, sem saber que o destino lhe pregaria uma peça c***l, e quase impossível de reverter, ao descobrir que aquele homem mais novo ao qual se entregou é o sobrinho do seu marido.

Eduardo é completamente obcecado por sua "tia", esposa do seu tio, e não medirá esforços para a ter para si.

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AUDIÊNCIA DE DIVÓRCIO
MARIANNA THOMÁZ O tribunal estava em silêncio absoluto, exceto pelo som abafado dos papéis sendo virados e o murmúrio distante de outras audiências acontecendo simultaneamente, meu coração martelava no peito enquanto eu encarava Simas do outro lado da mesa. O juiz, impassível, ajustou os óculos e pigarreou antes de olhar diretamente para o homem que, até poucos meses atrás, era meu marido em todos os sentidos. — Senhor Simas, o senhor entende que essa é a segunda audiência de divórcio e que, até o momento, se recusou a assinar os papéis? — A voz do juiz ecoou pela sala. Simas cruzou os braços, o maxilar travado, e respondeu, sem tirar os olhos de mim. — Eu não quero esse divórcio. — ele brada furiosos. Apertei os punhos sobre o colo, sentindo a indignação ferver dentro de mim. — Você não tem escolha, Simas. Eu não quero mais estar casada com você! — Minha voz soou mais alta do que pretendia, mas não me importei. — Meritíssimo, minha cliente está dentro de seus direitos, casamento se tornou insustentável e há justificativas legais para a dissolução. Meu advogado diz, apesar de eu achar que ele não estava realmente se empenhando nesse divórcio, Simas soltou uma risada sarcástica. — Insustentável? Marianna, construímos uma vida juntos tudo o que temos foi conquistado lado a lado! Você vai jogar tudo fora por um erro? — Sua voz estava carregada de emoção, mas eu não me deixaria comover. — Um erro?! — Eu quase me levantei da cadeira. — Você me traiu, Simas! Você e aquela… aquela… secretária! E agora tem a audácia de dizer que foi só um erro? Você destruiu tudo! O juiz ergueu a mão, pedindo silêncio,eu recebo um olhar reprovado e do meu advogado e fico irritada. — Visto que o senhor Simas se recusa a assinar, teremos que marcar uma nova audiência para revisão do caso. Cerrei os dentes, sentindo a frustração subir pelo corpo. Queria gritar, queria fazer Simas entender que nada do que ele dissesse mudaria minha decisão, mas apenas assenti, forçando-me a respirar fundo, mas sai da sala com a certeza que vou trocar de advogado, o mais rápido possível. Algumas horas depois, já em casa, joguei a bolsa no sofá e afundei no assento, meu apartamento parecia bem menor do que me lembrara, agora morando aqui, me sinto em paz, esse apartamento era de meus pais, e agora com o divórcio estou novamente morando nele. Me casei com Simas quando entrei na universidade, um amor proibido, ele era meu professor, foi meu primeiro e único amor, o homem com quem cresci, construí uma vida, mas também aquele que me traiu sem hesitação. Tentamos ter filhos por anos, sem sucesso, a frustração foi se tornando uma sombra entre nós, até que o vazio do casamento nos engoliu. E agora, depois de tudo, ele se recusava a me deixar ir. A campainha tocou, interrompendo meus pensamentos. Levantei-me e abri a porta para encontrar Viviane e Jennifer, cada uma segurando uma garrafa de vinho e sorrindo de maneira conspiratória. — Você precisa sair dessa casa, Marianna! — Jennifer declarou, entrando sem cerimônia. — E beber! — completou Viviane, erguendo a garrafa. Suspirei, mas não consegui evitar um sorriso. — Não estou no clima para festas, meninas... — Quem disse que você tem escolha? — Jennifer riu, puxando-me pelo braço. — Vamos para uma balada, e você vai se lembrar de como é viver sem aquele embuste! E assim, antes que percebesse, estava em frente ao espelho, vestindo um vestido preto justo, cabelo solto e maquiagem impecável. Quando me vi refletida, m*l reconheci a mulher ali. Não era a esposa dedicada, nem a mulher traída. Era Marianna, uma mulher livre. A balada estava lotada, luzes piscavam em diferentes cores, a música reverberava pelo chão, e o cheiro de álcool e perfume se misturava no ar. Segurava um drink na mão, observando a pista de dança, sentia-me deslocada, mas ao mesmo tempo… viva. — Brindemos ao renascimento de Marianna! — Jennifer ergueu o copo, e todas riram antes de beber. Minutos depois, enquanto minhas amigas se divertiam na pista de dança, eu estava encostada no bar, girando o gelo dentro do meu copo, sem realmente prestar atenção em nada ao meu redor. A música era alta, os corpos se moviam ao meu redor, e eu me sentia... entediada. Foi então que um rapaz apareceu ao meu lado, segurando dois copos. — Achei que você poderia gostar. — Ele sorriu e empurrou um dos drinks na minha direção. Levantei uma sobrancelha, analisando-o, era mais jovem, talvez alguns anos a menos que eu. Bonito, com um sorriso fácil e olhar divertido. Mas jovem demais. Com os cabelos bem negros, a altura dos olhos todo desalinhado, tatuagem no pescoço e mãos, era o de dava para ver, estava usando camisa de mangas compridas, era um homem atraente até demais. — Obrigada, mas estou bem. — Respondi, recusando a bebida. Ele não pareceu se abalar e deu um gole no próprio drink antes de inclinar a cabeça, me analisando. — Você está aqui por vontade própria ou foi sequestrada por essas amigas? — Ele apontou discretamente para Jennifer e Viviane, que riam enquanto dançavam. Soltei uma risada involuntária, ele estava bem mais que certo em sua dedução. — Você tem um bom olho. Sequestrada. — Admiti. — Imaginei. Você tem a expressão de quem preferia estar em casa assistindo um filme e bebendo vinho. — Ele apoiou um cotovelo no balcão, me observando com aquele mesmo sorriso travesso. Suspirei, olhando para meu copo, ele estava lendo a minha mente só pode. — Não está errado. — Admiti. Ele se inclinou um pouco mais perto, com um sorriso de tirar o fôlego. — Então que tal fazermos um trato? Você me dá cinco minutos de conversa e, se eu te entediar, prometo que deixo você voltar para seu martírio solitário no bar. Cruzei os braços, fingindo ponderar, sobre essa possibilidade. — Cinco minutos? Parece justo. — Aceitei o desafio. Ele sorriu, como se já soubesse que tinha ganhado. — Meu nome é Gabriel. E você? — Marianna. — Marianna, então me diga... o que uma mulher claramente sofisticada como você está fazendo aqui, olhando para o nada, enquanto poderia estar conquistando o mundo? Soltei uma risada e, pela primeira vez naquela noite, me permiti relaxar. Talvez sair de casa não tivesse sido uma má ideia, afinal.

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