Literalmente a pior f**a da minha vida. Horrorosa!! Um tremendo ódio interno após sair do motel. Juro que não existe palavras para descrever tamanho arrependimento.
Quando ligava para mim , Breno me deixava com a minha box toda meladinha , sentia o p*u latejar de tanto t***o. Umedecia os meus lábios , fantasiava coisas que deixavam minha cabeça a mil , o sorriso de ladinho e apertando com os olhos chegava a me revirar na cama.
Isso , durante duas noites. O aplicativo de pegação era o meu foco no celular , vivia pendurado nele caçando um macho bom de cama com sede de trepar , com desejo de engoliar g**o.
E quando já tinha em mente ia para universidade quase flutuando de tanta alegria , f***r sempre foi a melhor parte do ser humano e estar prestes a t*****r com um cafuçu daquele era de arrombar o cu do cavalo.
Breno Falava que não via a hora de sentir preencher a palma da mão com o volume de minha bermuda , que não via a hora de cheirar minha cueca e lamber minha axila , engolir minha p***a e me beijar com os vestígios dela dentro de sua boquinha. E não vamos esquecer de urinar nele o que particularmente pensei , que fosse uma delícia.
Já imaginava ele de joelhos parecendo uma cachorra , a boquinha aberta e os olhinhos fechados , o dedo dentro do próprio cu enquanto mijava na sua cara e com a outra mão , ele espalhava meu xixi pelo seu corpo. Pelo seu peitoral peludo encharcado de mijo.
É claro, que eu não achava estranho os fetiches de ninguém. Para mim , sexo era sexo e nesse jogo de p*****a eu estava disposto a jogar todas as cartas e f***r até ficar de pernas bambas. t*****r com homems de A Z , para no futuro ser o tio que aconselha os sobrinhos e primos a serem os mais putos e cafajestes.
Quanto as meninas , serem as dona da p***a toda , as que sentam gostoso , que engolem uma rola com a b****a molhadinha deixando seus machos doidos.
- Ah , Deixar passar a língua nas minhas axilas suadas , penetrar com a língua e urinar no boy depois de uma boa g****a. Qual ativo não iria gostar de um passivo puto e sem escrúpulos , sem frescura , sem receio das coisas ?
- Hummmm....Amooo ? Não!!
- Eu adoro!
Breno , era lindo , um tremendo macho forte e viril. O peito peludo , a boca pequena e um perfume que adentrou nas minhas narinas me deixando louco para chegarmos no motel e fazer o serviço completo , a final , era o que ele fazia questão de ficar repetindo.
Em dez mensagens que ele me mandava , 9 eram só do quanto ele estava louco de vontade para t*****r comigo. Video chamada passando a língua nos lábios , gemendo e falando s*******m. Mais uma coisa na qual eu estava certo que volto a repetir , quem muito fala pouco faz.
Marcamos tudo sem ao menos sabermos um pouco mais um do outro , e se ele fosse um maníaco psicótico ?
- E se ele fosse um maluco que só estava pensando em me estuprar ? Se fosse ou não , admito que se um macho como aquele viesse me molestar eu deixaria bem lindo , e sem medir esforços.
(Risos)
Quando digo que ele tinha saído das telas do cinema não estou sendo exagerado , Brejo realmente era lindo. Não era sarado , mas o tipo ursão peludo e baixinho.
Ele Parou com o carro de frente uma loja de conveniências. Eu estava parado com a mochila da faculdade pendurada em um lado do ombro , parecendo uma prostituta. Em mãos o famoso livro de psicologia , para que quem pudesse passar por ali olhasse para mim como um homem sério e culto. O cabelo bem penteado , a roupa bem passada , o perfume amadeirado, e a barba em perfeita combinação com o rosto.
Estava pronto pro abate!!
Entrei no carro e já dei de cara com aquele homem lindo, que me chamou a atenção pelo volume estufado do peito. Que homem! Que homem! ..Respiro fundo e tento não mostrar tanta euforia.
- Meu Deus , Como pude encontrar um homem assim?? Me perguntava enquanto ele dirigia com uma das mãos no volante e a outra dentro de minha bermuda.
- Delícia...Penso...
O trânsito parado e a ansiedade me deixava inquieto , a vontade de querer chegar logo e o desejo de f***r me consumindo alucinadamente.
O semáforo fica em verde e ele acelera , em menos de dez minutos chegamos no abatedouro.
Ele tira os sapatos e se deita na cama.
Não nos beijamos...
Retiro à sua bermuda e o faço abrir as pernas , vou com a língua até o cuzinho deixando todo molhadinho com a minha saliva , a cabeça de minha rola começa a lubrificar , sinto o sangue começar correr por minhas veias enquanto olho o buraquinho do seu r**o após retirar o meu dedo indicar de dentro.
Seu p*u pulsando e o cuzinho piscava me avisando que estava preparado para sentir o meu c*****o penetrando até o talo.
- Espere! Ele fala de maneira rápida e segura.
Fico intacto olhando para ele enquanto me interrompia de enfiar o p*u no seu r**o gostoso e peludinho.
- Chupe - me mais , eu gosto quando chupa meu Cuzinho, quando enfia o seu dedo. Assentiu.
Você é um tremendo filho da p**a , Daniel. E mais uma vez , eu , a vagabunda inventava um mais novo nome.
Ele tinha tocado em um dos meus pontos fracos , me xingar de filho da p**a era primordial. Adoro ser chamado assim , adoro ser humilhado na hora do sexo , gosto de me sentir sujo e desejado e quanto mais a vagabundinha geme , aquilo para mim é literalmente um apse quando estou prestes ter a melhor sensação do mundo , gozar.
Mostra o quanto o boy se sente desejado e não digo isso só para quem está bombando o cu que escuta o outro gemer , mas também para quem geme , em colocar para fora como uma forma de aliviar aquela sensação gostosa de prazer.
Encaro ele durante alguns segundos e volto a usar à língua. Chupei intensamente a ponto de deixar o meu maxilar com dormência.
O filho da mãe me chupou como se estivesse chupando uma v****a. A final , ele era o tipo de gay que tinha um porte de macho , mas que se visse uma b****a na sua frente corria feito uma gazela.
Admito! Estava quase brochando com todo aquele momento forçado, aquela f**a que só eu tinha o direito de dar prazer a ele sem a mínima chance de receber um orgasmo gostoso.
Finalmente...! Ele fica de quatro para mim e vou pincelando à cabeça de minha rola em seu Cuzinho , dou uma passada de língua e uma chupada que o barulho toma conta de todo o motel. O buraquinho parecendo luzes de natal , contraindo tudo , mas ainda sim quieto sem ao menos soltar uma ar de orgasmo.
Lubrifico com a minha saliva e antes de enfiar a p***a de minha p**a , dou um tapa e enfio meus dois dedos do meio dentro do seu r**o e dou uma surra de rola em sua bundinha bronzeada.
Umedeco os lábios em olhar todo o movimento lento que uso para começar a fode - lo. Ele permanece calado e nem sequer geme , como seu Cuzinho com mais intensidade e o único barulho que escuto é só do meu saco batendo na sua b***a enquanto ele se masturba.
- Ah, Ah.. Ele geme, mas é porque tinha gozado. - Foi legal! Gostei!
Ele fala tentando se sair até que percebo , que Breno já está deitado na cama me olhando com uma cara sarcástica. Tento absorver à situação até , que entendo ele já tinha tido o seu prazer , então , o meu que fosse para casa do c*****o.
Fui ao banheiro em pleno ódio , me masturbei até conseguir gozar por méritos próprios enquanto ele já estava preparado para sair, pagando a alguém que ele já tinha solicitado no interfone do quarto onde estávamos.
Me vestir , e voltamos todo o percurso sem dar uma única palavra até ele me deixar de frente onde tínhamos nos encontrado. Pego à minha mochila pelo suporte de cima , mas antes de sair , deixei bem claro que ele era um filho da p**a que tinha me feito ter a pior transa da minha vida.