Desconhecido

1604 Words
Longe de mim querer julgar alguém , mas o meu vizinho não dá muito no coro da mulher. Gostoso e uma cara de cafuçu que o cu chega a bater palmas. Ou ele goza logo porque não suporta a mulher sem sal que tem casa , e mantém o foco em algo que goste muito e acabe chegando lá. Ou meu querido Fernando realmente é fraquinho. Estava precisando de uma dose de buraco do meu buraco. De uma chupada naquelas bolas suadas que chego a desejar ao universo que fosse tão peludas quanto o peito. Foder com ele na minha casa enquanto do lado a v***a da sua mulher trabalhava para deixar toda casa limpa e janta pronta para o gostoso do marido dela , era um fetiche do qual sonhava em realizar. Mas pensando bem acho, que uma das maiores loucuras que eu poderia ter feito na minha vida foi ter transado no banheiro da escolinha bíblica. Posso imaginar o quanto seria cancelado por ter feito isso não só pelo pessoal da igreja quanto a família e talvez , alguns amigos embora maioria deles fossem mais putas do que eu. A adrenalina misturada com o medo de sermos pegos nos deixavam loucos , mas as bombadas no cu do meu coleguinha era tão gostosa , que m*l parei para analisar a situação e forçar o g**o o quanto antes para que pudéssemos voltar ao salão. Só não foi confrangedor porque estávamos em uma igreja evangélica , em uma católica poderia não ter acontecido pelo fato das imagens e crucifixos. Se tornaria algo, que poderia me sentir culpado pelo resto da vida. Entretanto, deixo claro que ambos os ambientes merecem o devido respeito , mas como sempre o meu EU kenga falou mais alto. Mas admito o quanto foi gostoso f***r com ele e o quanto gostaria que tivesse um repeteco , que delícia de bumbum durinho e o cu tão apertadinho que chego a salivar em lembrar daquele dia. Lembranças boas a gente tem que guardar para sempre porque são nelas que me apego na hora de socar o dedo no cu e estimular o c*****o na hora do punhetinha. De gemer gostoso e morder o travesseiro prestes a chegar a um apse de prazer. Mesmo me masturbando sempre me conheci como uma bixa vagabunda , sim , uma bixa vagabunda. Na verdade um tremendo filho da p**a que implora por sexo todos os minutos da minha vida. Acordar para mim já é motivo para gozar , ouvir a palavra sexo , ou ver aqueles boys gostosos na TV , com certeza é uma boa razão para me aliviar o que torna - se algo que dura praticamente o dia inteiro. Basta ter um brecha para isso que faço acontecer sem hesitar. Ficar sem f***r para mim é como ficar sem viver , o cheiro de rola vindo de longe aquela euforia me domando por completo , a ereção gostosa e pulsante. O cuzinho piscando enquanto meu p*u , ultra , mega duro implora para sair de dentro de minha box. Qualquer macho para mim nesse momento é excepcional , não me importa se eles não gostem da f**a e pensem que deixei a desejar. Para mim o que me interessa é só eu gozar e me satisfazer quanto a eles quero que se fodam. Deslizando com os dedos pelo corpo peniano subindo e descendo , melando meu dedo indicador com o meu pré sémen e levando até a boca gemendo baixinho e apertando com os olhos. Ah , Ah..Não consigo conter o meu prazer , meu cuzinho piscando enquanto meu p*u duro feito uma estaca deseja ser enfiado dentro de um r**o gostoso e apertado. Eu literalmente sou uma prostituta suja , que adora ser tratato feito um lixo enquanto estar fodendo , cuspindo na minha cara e batendo com a rola na cara desses malditos filhos da p**a gostosos, e cheios de t***o. Com o meu pé na sua cara fazendo posições que até o d***o senta para ver quem estar metendo em quem. A pequena luz na tela do meu celular avisava que havia chegado uma nova mensagem. O que para mim , ver aquela notificação era sinônimo de alegria. Desbloqueio à tela e vou diretamente na caixa de entrada e vejo que ele não tinha se esquecido do que havíamos marcado após a minha aula. Minhas mãos começam a suar e a ansiedade me deixa louco para correr até ele e t*****r até os dois ficarem sem forças para pegar um simples copo de água. Oliver: Estou te aguardando hoje a noite no meu AP. Estou ansioso para ficar com você , não faz ideia do desejo que estou em te fazer repetir a dose comigo e t*****r até que me faltem as forças. Enquanto lia a mensagem enviada por ele , um universitário de enfermagem mergulhava a boca no meu caralho.Com os braços estirados com seus dedos no meu mamilo me fazia chegar prestes ao g**o perfeito. - Ah , que delicia, eu adorava! eu amava! eu gritava por mais quando ele passava à língua na cabeça do meu c****e ou quando sugava minhas bolas com vontade. O banheiro da universidade era o meu abatedouro, à porta fechada e enquanto todos em aula fingiam estar interessados , o filho da p**a se ergueu ficando com a perna em cima do sanitário deixando livre a passagem pros meus dedos. - Hmmm , sinto o cheiro de f**a quando penso naquela b***a lisa, naquela passagem perfeita pro meu c*****o fazer uma grande festa. Piscando para mim me avisando que estava querendo rola. Eu adorava ser ativo, tanto quanto amava ser passivo porque literalmente, sentir dor na penetração me deixava louco. Um p*u gostoso e grosso entrando e saindo devagarinho ou fodendo com força a ponto de me sentir arrombadíssimo. Tanta fuleragem , tanta p*****a que agradeço a mamãe por me ensinar ser a cadelinha dos sonhos de muitos machos. -Ah, Ah... Reviro os olhos. Não penetro. Ele se ajoelha e vai com o meu pênis até à garganta. Mordo o lábio e respiro fundo, o medo que possivelmente esteja sendo a atração de alguém com o a câmera dos celulares a todo vapor me filmando me causa um certo desconforto. Mas eu gosto da adrenalina e isso me faz sentir o filho da p**a interno que existe em mim. Como eu mesmo já me rotulei. Levo às mãos até a cabeça e volto os dedos uns aos outros a respiração ofegante, e a vontade de gritar me consumindo. -Assim , assim. Filho da p**a. Engole essa p***a , engole c*****o. Me calo , fecho os meus olhos e em menos de segundos tenho a ejaculação perfeita. Ele engole "o que me faz alucinar". Um pouco de g**o escorre pelo canto de sua boca , uso meu dedo indicador para limpar os vestígios de espermatozoide e o faço chupar com aquela cara de safado. Ainda e******o, te dou uma surra de p*u na cara. - Eu adorei , onde posso te encontrar ? e como fazemos para ter uma outra ? Ele me pergunta limpando os lábios com a língua. - Não costumo repetir. - Respondo. - Mas , eu pensei que você tivesse gostado.. Ele fecha o zíper de minha calça enquanto eu o observo de cima , me olhando com o desejo de me deixar fode - lo de verdade. - Eu não gostei.. Ele se assusta.. - Eu adorei!! mas caso não tenha percebido, isso aqui é um grande abatedouro e se depender de mim, eu vou fazer um grande banquete. - Mas nada me impede de querer saber como é o seu comportamento na cama quando fica com um p*u bem duro a centímetros de sua b***a. Te dou um leve tapa na cara e pego a minha mochila. Abro a porta, e antes de sair respondo a mensagem de Oliver. - Eu também não vejo a hora de ficar com você hoje a noite, tem tanto tempo que não dou uma boa g****a, que até me esqueci do que é ter essa sensação. Me olho no espelho, e saio do banheiro sem olhar para trás e sem deixar ao menos o meu telefone para aquele garoto de boca gostosa que nunca descobri o nome. Mas que posso detalhar como era: forte, bonito, moreno e intenso. Tinha cara de estudioso , afinal, sempre que o vi algumas vezes andando pela Universidade carregava um livro em uma das mãos. Sempre acreditei em conspiração Universal e em coisas relacionadas e vê-lo a andar pelos corredoes ou em alguns encontros que tivemos no elevador, cheguei a pensar que possivelmente em algum momento de nossas vidas, ali, naquele abatedouro de putas. Poderíamos nos esbarrar , mas nos esbarrar de verdade. Como aconteceu, o que foi gostoso, intenso e por mais que tenha vários sinônimos para descrever gostoso ainda sim é algo que não pretendia repetir. Até porque eu sou um álbum de figurinhas ,que não costuma colar as repetidas. A cada página uma nova figura, um novo dote um novo macho, uma nova presa de qual passaria pelas minhas mãos, pela minha boca e por todo o resto do meu corpo. Para ele poderia ser uma pena querer algo e eu simplesmente ignora-lo, mas nunca, em todas as minhas aventuras sempre deixei claro que não estava a fim de relacionamento ou manter um boy ficxo. Eu estava a fim mesmo era de crescer uma lista de sexo para ter estórias para contar, de ter coisas para rir e não me arrepender de não ter feito o que me dava na telha.
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