Naquela terça-feira Carolinne saíra mais cedo para caçar os ratos selvagens, seu único alimento. Morava numa cabana velha e fria, no meio de uma grande mata fechada. Era o único lugar da cidade que não existia no mapa. Faltava apenas um rato quando senhorita Piedievara avistou um vulto entra as árvores. Talvez um homem. Ela então se aproximou e nada viu. Juntou os ratos mortos e voltou para a cabana. Acendeu a lareira e colocou seu alimento para cozinhar. Um vento forte fez com que a lareira se apagasse e a cabana escurecesse. Carolinne, que adormecera por um breve período de tempo, acordou de súbito. Estava amordaçada e amarrada numa cadeira. Um vulto preto à sua frente batia palmas animadamente. Foi se aproximando devagar. Os sapatos pretos batiam no chão cada vez mais fo

