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Meu vizinho assassino.

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Blurb

Lara Gaspar, é uma jovem garota de 19 anos, é independente. Não prioriza o romance, pois ama sua liberdade. É uma jovem cheia de vida, pronta para viver ao máximo. Tem um carisma de encantar as pessoas ao seu redor. Por onde ela passa chama atenção, talvez um pouco desleixada, e por ser assim, evita de levar seus amigos até o seu apartamento. Apartamento, esse que se mudou à poucas semanas. Ela gosta do lugar. Os vizinhos não incomodam, ninguém bate em sua porta. Em um certo dia, ela entrou no elevador. Esperando subir até o seu andar. A porta se abriu. Matias, seu novo vizinho estava ali, parado em frente ao elevador. Poderia dizer que a beleza daquele homem lhe chamou atenção. Afinal carrega peculiaridade em seu rosto bonito. Seus cabelos são compridos e ondulados, até seu peitoral, sua barba também grande, porém bem aparada. Seus olhos azuis gélidos lhe fazia se perder. Mas nada disso chamou mais atenção, do que suas mãos sujas de sangue. Apesar de usar um terno impecável, com um sobretudo preto. Suas mãos vermelhas, em tom de sangue seco, lhe fez perder o ar. Lara passou por ele, evitando dos seus ombros se tocarem. Ela só queria se trancar em seu apartamento. Apesar daquela cena ser assustadora, algo surgiu em seu íntimo, talvez desejo. Por ter se encantado com aqueles olhos azuis, e rosto sereno. Enquanto destrancava a porta do seu apartamento, ela olhou novamente, para a direção da porta do elevador. Ainda estava aberta, ele a fitava até a porta do elevador se fechar. Seu coração bateu forte, era medo e excitaçãö.

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Conhecendo a casa do assassino
PRÓLOGO... Lara Gaspar precisava se mudar com urgência. Já fazia um ano desde que ela saiu do orfanato. Com a ajuda de um amigo, conseguiu se virar sozinha e alugou uma pequena quitinete. Mas, infelizmente, os proprietários queriam o imóvel de volta. Ela trabalhava numa loja de conveniência em um posto de gasolina. Seu salário não era dos melhores, e a preocupação a consumia. Afinal, encontrar um lugar para morar com um valor acessível não era tarefa fácil. Felizmente, seu melhor amigo a salvou. Andrea, um italiano que se mudara para o Brasil em busca de novas experiências, vinha de uma família abastada. Ele permitiu que Lara morasse em seu segundo apartamento sem precisar pagar aluguel. Eles se conheceram quando Lara saiu do orfanato e nunca mais se separaram desde então. O apartamento era perfeito, próximo à lagoa do Iriry, em Rio das Ostras. Foi ali que tudo começou. Duas semanas de paz se encerraram naquele lugar — apenas duas semanas. Tudo mudou quando ela encontrou seu vizinho: um homem sedutor, charmoso, discreto e calado, parado em frente ao elevador com as mãos sujas de sangue. O caos e a insegurança se instalaram em sua alma. Ela não sabia do que seu vizinho era capaz, mas o medo de descobrir tirou-lhe a paz. ♡♤♡♤♡♤♡♤♡♤♡♤♡♤♡♤♡♤♡♤ NARRAÇÃO DE LARA GASPAR... Está muito silencioso. — Lara sussurrou, olhando para o teto. Seu melhor amigo estava ali, deitado ao seu lado na cama, os dois com os pés apoiados na parede, tentando escutar qualquer ruído vindo da casa vizinha. — Você está enlouquecendo, Lara. Só estou aqui porque você cismou que o galã do prédio pode ser um possível serial killer. Por acaso andou assistindo à série Jeffrey Dahmer? — Cala a boca! — tampei a boca do Andrea. Bastou ouvir algum ruído do apartamento daquele assassino para me arrepiar toda. Tenho certeza! Ele tem cara desses homens gélidos que matam até a família. Um barulho de copo quebrando me fez sentar na cama com o coração disparado. — Precisamos chamar a polícia! — encarei Andrea, que riu e jogou um travesseiro no meu rosto. — Não viaja. Vou tirar essa dúvida agora mesmo. — Olhei ele sair da cama. Me desesperei e pulei, segurando seu pulso. — Não! Não mesmo, Andrea! Temos apenas uma vida, lembra o que acontece com as vítimas dos filmes de terror? Elas caminham direto para o perigo... e o que acontece? São decapitadas! — Andrea gargalhou, soltando minha mão. — Não mesmo! Para de ser louca. Morar sozinha não está fazendo bem pra você. Ele é só um novo vizinho. Você acha que viu as mãos dele sujas de sangue? Às vezes o cara pinta um quadro por lazer dentro do apartamento. — De terno?! Ele estava de terno. Isso é coisa de máfia, tem cara de poderoso, e pelo que sei, mora no maior apartamento do prédio. — Afirmei. Andrea suspirou, entediado. — Che diavolo... che ragazza testarda... — Revirei os olhos. Odeio quando Andrea inventa de falar italiano, provavelmente está me xingando. — Para de falar italiano. — Então para de ser testarda. Tô falando sério, ricos são estranhos. Eles têm costumes peculiares. Conheço um amigo da minha família que pinta quadros pelado. Diz que se inspira mais assim. — Imagino a cena — falei rindo. Ele riu ajeitando a blusa. — Ele está acima do peso, cento e quarenta quilos. Os empregados devem sofrer pra aguentar a cena. — Gargalhei, mas me calei de repente. Tampei a boca ao ouvir alguém batendo na casa vizinha, talvez com um martelo. Andrea saiu do meu apartamento, me causando um grande desespero. — Andrea! — o chamei aos sussurros pelo corredor, tentando impedir que ele batesse na porta do vizinho assassino. — Relaxa, ragazza. Quero desejar boas-vindas. Acho que no fundo é paixão que você sente. — Sacudi minha mão em desespero, pedindo para ele voltar. Ele estava perto daquela porta. Perigo, perigo... Ele bateu, fazendo meu corpo congelar. Meu rosto adormeceu. Não queria ver meu único melhor amigo morrer na minha frente. Meu coração quase parou quando o homem abriu a porta. Seus cabelos estavam soltos, carregava curiosidade no olhar, usava um avental vermelho — acho que estava cozinhando um cadáver. Provavelmente é canibal. Tem um rosto parecido com o de um leão. Se um leão fosse gente, certamente seria ele. — Olá, fiquei sabendo que você é o novo vizinho. Queria dar as boas-vindas. Minha amiga mora no apartamento bem ao lado — Andrea falou, apontando para mim. Sorri amarelo de medo, ficando bem atrás dele, sem coragem de me aproximar. Ele não é expressivo, não sorri, não faz nada — apenas encara. Seus olhos gélidos fazem qualquer um paralisar. — Acho que já a encontrei no elevador. Obrigado pela recepção. — Não se preocupe. Se quiser ter amigos ou sair nos finais de semana... — Eu trabalho muito — o vizinho falou sério, fitando Andrea. Está na cara que é um psicopata... — Entendi. Bom, se por acaso quiser se aproximar, fique à vontade. Eu me chamo Andrea Bazzo, sou italiano. Minha amiga se chama Lara Gaspar. Sobre ela, não se sabe o paradeiro dos pais, então se for brasileira ou italiana, ninguém sabe. — Encarei Andrea. Ele estava me jogando na cova dos leões, falando assim da minha vida. Aquele homem, sem se esforçar, exalava sedução, sorriu de lado, discretamente. Abriu mais a porta do apartamento. — Gostariam de entrar? Estou fazendo um bom jantar. Eu me chamo Matias Lopes, sou espanhol, mas moro no Brasil há muitos anos. — Andrea olhou para mim animado, aguardando meus passos para a casa do assassino. — Acho melhor outro dia — afirmei, medrosa. Andrea voltou entediado e puxou meu braço. — Vamos, amiga! Você precisa de novos amigos — falou praticamente me arrastando para dentro do apartamento daquele homem que tanto temo. Ele sorriu e fechou a porta. Olhei ao redor: apartamento amplo, muito lindo por sinal. As paredes são revestidas em tom creme, janelas enormes mostram toda a lagoa. Perdi a fala. A sala de estar é elegante, requintada. É um assassino rico... — Fiquem à vontade. Posso servir algo para beber? — Ele passou por mim calmamente. O cheiro do seu perfume amadeirado me fez lembrar do dia em que saí do elevador e passei por ele, quando suas mãos estavam sujas de sangue. Ele é um assassino, tenho certeza! — Aceito uma taça de vinho — Andrea falou com muita cara de p*u, pois viu Matias pegando um dos vinhos da pequena adega na sala. Meu corpo todo tremia. Eu não sabia como agir, apenas observava seu caminhar. Ele assusta, é enigmático. Até seu andar é atraente, tão atraente que por um momento me esqueci do medo. Ele é simplesmente a forma mais sedutora que já presenciei. Soltei uma lufada de ar ao desviar o olhar, pois ele me fitava discretamente. Meu corpo entrou em êxtase, e me obriguei a falar comigo mesma: “Pare de encará-lo, ou ele vai pensar que você é uma louca, surtada.”

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