Dom Greco
Sicília, Itália (9 anos depois)
Porra, que delícia!
Fechei os olhos e pendi a cabeça para trás, desfrutando da boca quente e macia em volta do meu p*u. Ela sugava e chupava loucamente. Era uma p*****a maravilhosa, com uma boquinha de veludo. Não tinha do que reclamar.
Empurrei sua cabeça, para entrar mais fundo em sua garganta. Ela engasgou um pouco, mas não parou. Olhei para ela, seus olhos vermelhos de tanto empenho. Dei um tapa em sua bochecha.
— Boa menina! Continua engolindo, que vou gozar nessa sua boquinha sedenta. - murmurei, entre os dentes.
Ela continuou me chupando até eu gozar, segurando firme sua cabeça. Ela engasgou um pouco, mas engoliu o meu g**o e me olhou sorrindo.
Eu a levantei e encostei na parede, suas mãos amarradas em suas costas. Dei um tapa forte em sua b***a e ela gritou.
— Daqui a pouco, vou comer essa sua bundinha. — Ela gemeu e inclinou a b***a em minha direção.
— Dominic, p***a! – Meu irmão entrou na sala, chutando a porta.
— Quem merda é essa, Romeo? Vai se f***r! — Eu me virei para olhá-lo.
— p***a, cara! Vê se veste uma roupa. Não sou obrigado a ver você de p*u duro.
— Se você não tivesse entrando aqui de repente, não teria que me vê de p*u duro. – Fui até a cama e vesti minha calça. – Por que você entrou aqui, aliais? Não sabia que eu estava transando?
— Desde ontem? Acho que você já transou o suficiente. Hoje é a reunião com a cúpula. O papai está furioso, porque você não apareceu em casa. Ele espera que você vá para reunião.
— Você disse onde eu estava?
— Não, Dom. O papai não pode saber da casa, lembra?
— Eu lembro, só queria saber se você lembrava. Onde está o velho?
— Na cúpula.
— O velho está aposentado, deveria ficar longe disso. Vou tomar um banho e irei. – Peguei minhas roupas. – Desamarra a garota e manda embora. Ou, se quiser, pode aproveitar. Ela é boa. E você tem que perder a virgindade uma hora ou outra. – Eu sorri.
— Vai se f***r, Dom! – Meu irmão mais novo me deu um empurrão e eu sai da sala sorrindo.
Se fosse outra pessoa, poderia morrer pela ousadia de me tocar, mas nós Greco, amávamos e respeitávamos a família.
*****
Entrei no carro e fui direto para reunião na cúpula. Meu pai estava sentado na poltrona, ostentando sua soberania, mesmo que eu fosse o chefe agora.
— Pensei que essa cadeira fosse minha. - falei sarcástico.
— Você tem noção que está atrasado e que estamos esperando a mais de uma hora?
— Papai, eu quem faço os horários e dito as regras aqui.
— Dominic. – Ele se levantou. – Você por acaso sabe, como está a situação em Nápoles? Três dos nossos homens foram mortos, perdemos carregamentos. Isso está se repetindo em todas as regiões sob o nosso poder, bem na frente dos nossos narizes. Algo precisa ser feito com urgência.
Passei por ele e sentei na minha poltrona. Olhei para meu pai e para meus homens. Meu Consigliere me olhava espantado. Eu o encarei e ele veio em minha direção.
— Senhor, nós tínhamos uma pista e fomos para Nápoles. — Meu Consigliere começou a falar.
— E no que deu a sua bela pista?
— Senhor, eles armaram uma emboscada. Não tínhamos o que fazer.
— Não tinham o que fazer? – Levantei e soquei o homem bem no meio do seu nariz, o derrubando no chão. — Não tinham o que fazer, seu i****a? – Eu o chutei. – Deixa eu te dizer o que fazer... Você deveria matar todos! Todos eles! – continuei a chutar o homem e saquei a minha arma.
— Dominic! – Meu pai me repreendeu. – Não há necessidade de matar um dos nossos.
— Esse filho da p**a é um inútil.
— O importante, agora, é saber de onde isso está vindo.
— Pedirei ao George, uma reunião com os chefes de distritos. Enquanto isso, vou me inteirar da situação.
— Faz bem.
— Agora, papai, me explique porque está aqui e não em casa transando com a v***a da sua esposa? – Ele me olhou furioso.
— Ei! Não fale assim da sua madrasta! Ele é minha esposa e eu não vou admitir isso.
— Casar com uma p**a, não faz dela uma esposa. – Ele me segurou pelo colarinho.
— Fique em seus limites Dominic, você é meu filho, mas não é imune. — Ele me segurou pelo colarinho. – Já está na hora de você aceitá-la.
— Aceitar a v***a, por quem você trocou a minha mãe, no seu leito de morte? Nem pensar velho. Me solta! – puxei suas mãos e soquei a escrivaninha.
— Saiam daqui! – Meu pai ordenou para que todos saíssem. — Que show é esse de novo, Dom? Filho, você precisa curar essa raiva. – Ele disse, me olhando.
— Curar? – sorri sarcástico. – Essa raiva é minha identidade, pai. Você quem implantou ela em mim. Lembra?
— Nós somos uma família e vamos seguir sendo assim. Nós nunca nos separamos Dominic, e não é por sua causa que isso vai acontecer. Temos um nome a zelar.
— Claro, papai. O que importa aqui é a p***a do nome. — Deixei a sala esbravejando, chutando a porta e ignorando os protestos do meu pai.
Desde da morte da minha mãe, estava difícil segurar minha raiva. E ainda por cima, tinha que aturar o fato do meu pai ter casado com a p**a que ele traiu minha mãe, mesmo ela estando em cima de uma cama, morrendo de câncer.
— Dirija para mansão. — Falei ao entrar no carro.
Eu preferia ocupar os meus dias viajando, cuidado dos negócios ou em qualquer lugar que não fosse minha casa. Ia lá ocasionalmente e sempre saia a noite. Não aguentava olhar para p**a querida do meu pai.
— Boa tarde, senhor. – A governanta abriu a porta e subi direto para meu quarto.
— Dom. – Minha madrasta me alcançou no corredor.
— O que é, Antonella? — bufei e olhei para ela.
— Que bom que você veio. — Ela abriu aquele sorriso, que eu odiava.
Antonella, era uma mulher de 30 anos, bem mais nova que o meu pai e passou de p**a a esposa, assim que enterramos minha mãe.
O pior era o fato de já termos transado em uma ocasião, e eu saber que ela provavelmente só estava ali por mim, ou pelo dinheiro do meu pai.
Passei por ela, mas ela segurou o meu braço e começou seu drama:
— Dom, por favor. Quando você vai parar de me odiar?
— Quando você vai morrer, Antonella? Não sabemos, não é? Por isso não posso responder à sua pergunta. – Ela me olhou horrorizada.
— Dom, já vai fazer dois anos, que sua mãe...
— NÃO MENCIONE A MINHA MÃE! – Gritei furioso. — Você não tem esse direito!
— Tendo esse direito ou não, eu sou a esposa do seu pai e dona dessa casa. Você tem que me respeitar. - ela inflou o peito.
— É disso que se trata, não é Antonella? Ser dona e rainha soberana da casa. Mas deixa eu te dizer uma coisa, quando o velho morrer, eu vou chutar você dessa casa e te jogar no olho da rua.
— Tudo bem, você pode continuar cuspindo sua raiva em mim, Dom. Eu não me importo. E quer saber, já cansei de tentar ter um relacionamento com você.
— Relacionamento? – sorri sarcástico. – Falando em relacionamentos, deixa eu te perguntar uma coisa... – me aproximei dela. — O meu pai já sabe, que você chupou o meu p*u? - Ela estremeceu e deu um tapa no meu rosto. Segurei seus braços e a empurrei na parede.
— ME SOLTA! – Ela rosnou.
— Não quero nenhum relacionamento com você, Antonella. Para de forçar a p***a da barra! – Seus olhos encheram de lágrimas e eu a soltei.
— Quando você souber a verdade, Dominic. Sua vida e essa sua pose de machão vão desaparecer. – Ela saiu chorando.
Ela não passava de uma v***a fingida, que tentava me persuadi a acreditar nela. Mas ela nunca iria conseguir. Eu sabia bem quem ela era.
Entrei no meu quarto e tomei um banho. Tentei dormir um pouco, mas meus pensamentos não me deixavam.
Me pegava constantemente pensando em trechos da minha vida. A morte da minha mãe, a raiva que se instalou em mim depois disso. Os ossos do ofício, que muitas das vezes me assombravam a noite.
Mas nada me assombrava mais do que os olhos daquela garota, a filha do primeiro homem que matei. Virava e mexia, eu me pegava pensando nela ou ela aparecia nos meus pesadelos. Nada do que fiz depois me assombrou tanto.
Algo dentro de mim queria proteger aquela garota, mantê-la viva. Me perguntava se ela estava viva, onde e como ela estava. No fim, o único ponto fraco de um sanguinário mestre da máfia, era uma garota que não conhecia.