Os dois SUVs com placas clonadas estacionaram a um quarteirão da rua do refeitório. Desligamos os motores. A noite de agosto estava abafada. Desci do veículo empunhando o fuzil escuro. Luca e os outros dois mercenários desceram do segundo carro logo em seguida. Fechamos as portas empurrando o metal com cuidado para não fazer barulho. Caminhamos em fila, colados aos muros dos prédios antigos de Messina. O acesso ao Mensa del Pane seria pelo beco lateral. A sola das minhas botas roçava no asfalto com passos curtos. Quando alcançamos a esquina que cortava para a rua do refeitório, levantei a mão, ordenando que os três parassem. Encostei as costas no tijolo frio e olhei a área. O meu corpo ficou tenso na mesma hora. A informação do mapa estava inútil. A rua não estava protegida apenas por

