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MEU MÉDICO PARTICULAR

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Blurb

Ela cuidava da beleza dos outros. Ele examinava corações sem usar estetoscópio.Elena Martins sempre foi dona de si.Esteticista renomada na cidade de Jardins, conhecida pela pele impecável, curvas perfeitas e um olhar que queimava mais que o laser que usava em suas clientes.Morena, misteriosa e independente, Elena sabia o que queria da vida — sucesso, liberdade e paz. O amor? Ah… isso ela já havia arquivado, depois de experiências que deixaram mais cicatrizes na alma do que qualquer depilação m*l feita no corpo de alguém.Aos 25 anos, era referência em toda a região. Atendia socialites, influencers e mulheres comuns que viam nela mais do que uma profissional — viam uma mulher que sabia o próprio valor.Seletiva até demais, Elena sempre manteve os olhos e o coração fechados.Até que ele apareceu.Dr. Diego Monteiro.O novo ultrassonografista do posto central de saúde. Dono de uma clínica particular. Alto, elegante, olhar penetrante por trás dos óculos e com um passado que ninguém ousava comentar.Rico, influente, educado e… recém-traído.Aos 30 anos, Diego havia enterrado a fé no amor sob os escombros de uma traição devastadora. A mulher com quem ele quase se casou o trocou por outro — e agora, ele carregava um coração fechado e mãos que pareciam feitas para curar tudo, menos a si mesmo.O encontro entre os dois acontece na casa dos amigos Cristian e Marina — ele, contador respeitado; ela, melhor amiga de Elena e cúmplice fiel de todos os seus segredos.Foi apenas um olhar. Um toque de dedos ao pegar a mesma taça de vinho.Mas algo queimou ali. Algo que nem a lógica de Diego, nem o controle emocional de Elena foram capazes de evitar.O desejo veio primeiro.Silencioso, crescente, arrebatador.Depois, vieram os encontros casuais.As conversas sobre tudo… e sobre nada.Os olhares demorados.As consultas informais que passavam dos limites da ética e da razão.Mas em Jardins, onde tudo se comenta, nada passa despercebido.E quando um romance proibido começa a incendiar dois mundos opostos — a mulher livre que odeia rótulos e o médico de elite que jura nunca mais amar — surgem os segredos, os ciúmes, e as verdades do passado que ameaçam destruir o que ainda nem começou direito.Ela queria distância de homens problemáticos.Ele queria paz depois da tempestade.Mas o que fazer quando o único toque que alivia… é o que também machuca?Quando o único homem que a faz tremer… é o mesmo que pode quebrar o que sobrou do seu coração?MEU MÉDICO PARTICULAR é uma história para quem ama:Romance intenso com toque erótico;Personagens maduros, sensuais e emocionalmente quebrados;Segredos familiares, passado m*l resolvido e dramas de cidade pequena;Aquela tensão quente entre o querer… e o não poder;Cenas picantes com emoção real.Porque algumas consultas não são marcadas por acaso.E alguns médicos… só sabem prescrever prazer.

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Capítulo 1
NARRADO POR ELENA Acordei com o barulho insistente do despertador às 6:30 da manhã. Três bipes. Três chances de ignorar a vida e me virar pro lado. Mas eu não era esse tipo de mulher. Não mais. Rolei os olhos no teto por uns segundos. Respirei fundo. O cheiro do meu creme noturno ainda estava na fronha — cheiro de lavanda e disciplina. Hoje era Laser Day.
A sexta-feira mais corrida do mês. Levantei da cama direto pra cozinha. Café preto forte, sem açúcar. Do jeito que eu gosto. Meus pés descalços encontraram o chão gelado, mas eu não liguei. Gosto da sensação de controle que a rotina me dá. Depois do café, prendi o cabelo em um r**o alto, vesti o jaleco rosa claro com o nome bordado no peito: Elena Martins | Estética Avançada. Respirei fundo mais uma vez antes de sair. O salão fica a apenas quatro quadras de casa. Uma caminhada leve me ajuda a alinhar os pensamentos. E lá estava ele. Meu espaço.
Vidro espelhado, letreiro iluminado, o perfume de lavanda que eu mesma escolhi no difusor. Três cabines de atendimento, uma recepção delicada, e uma equipe que me respeitava — e aprendia comigo. — Bom dia, chefe! — sorriu Carol, minha assistente, enquanto organizava os horários. — Bom dia, querida. Agenda cheia? — perguntei, mesmo sabendo a resposta. — Lotada. A primeira já chegou. Cliente nova. — Vamos começar, então. Hoje vai ser puxado. Comecei a atender. Uma após a outra. Mulheres diferentes, histórias diferentes, mas quase todas com o mesmo tom: “Como você aguenta fazer isso o dia todo?”
“Nossa, queria ter a sua disposição.”
“Você parece calma o tempo todo...” Eu sorria. Sempre sorria.
Porque por dentro… nem sempre era calmo. Em alguns momentos, entre um atendimento e outro, eu olhava pela janela. Meu salão ficava exatamente na esquina da rua principal, em frente ao Posto Central de Saúde. Um entra e sai constante de pessoas. Ambulâncias. Motocicletas. Médicos apressados. Uma figura me chamou atenção naquele fim de manhã. Um homem alto, de camisa polo branca, óculos escuros e a pasta de couro na mão. Caminhava com calma, mas com postura de quem tinha tudo sob controle. — Esse é novo? — murmurei para Carol, que estava ao meu lado no balcão, agendando horários. Ela olhou para onde eu olhava, deu uma risadinha maliciosa. — Ahhh, doutor Diego? Ele é o novo ultrassonografista. Chegou semana passada. — Ah... — Tá curiosa, chefe? — Eu? Jamais. — respondi com o melhor tom blasé que consegui. Mas a verdade é que fiquei, sim. Era raro eu prestar atenção em alguém. Ainda mais num homem. Não depois de tudo que vivi. 🕑 Horas depois... Já passava das 18h. As últimas clientes saíam sorrindo, vermelhinhas, satisfeitas. Eu estava exausta. Corpo tenso, pernas doendo. Mas a cabeça ainda acesa. Estava terminando de fechar a caixa quando Marina me ligou. — Amiga, churrasco aqui em casa mais tarde, hein! Não tem desculpa! — Ai, Má… hoje? Laser Day hoje me destruiu. — Você vai vir sim! O Cristian chamou o novo médico também. Vai ser divertido. — Médico? — minha voz escapou antes que eu pudesse disfarçar. — O Diego, gata. Novinho, lindo e recém-solteiro. Sua cara! — Você é terrível. — respondi rindo. — Eu sou casada, mas não cega. E nem boba. Você precisa sair do casulo. Suspirei. Talvez ela tivesse razão. Talvez. — Tá bom. Eu vou. Mas só porque vai ter carne assada! Ahaha — E vinho. — Aí você me ganhou. Desliguei o telefone com um sorriso pequeno, mas verdadeiro. No fundo, alguma coisa dentro de mim… vibrava. Talvez fosse apenas o cansaço. Ou talvez… Não. Era só o vinho. __Capítulo 2: DIEGO NARRANDO – a primeira manhã dele na cidade, rotina no posto, e comentário sobre “a mulher do salão da esquina”.

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