Capítulo 4

3530 Words
Ela para o carro e deixa sua mente vagar, ela vaga com lembranças de sua irmãzinha, com seu irmão, com sua amiga Lexie e outros momentos que ela acha difícil superar, ela apenas vive um dia de cada vez. Ela respira fundo e sai do carro. O estande de tiro não resolve todos os seus problemas, mas ajuda e ela se contentaria com isso. Sua mente fica concentrada apenas no alvo e isso a ajuda em sua concentração durante o trabalho, então ela definitivamente aproveita isso. Além do mais, sempre a prepara para a revalidação de seu certificado de tiro e não querendo se gabar, mas ela é a melhor. Ela chega no prédio e encontra o porteiro. - Bom dia, Sr. Wilson. - Ela cumprimenta. Ele a conhecia, ela era frequente no estande e sempre chegava muito cedo, então na maioria das vezes ela ficava sozinha. - Bom dia, detetive. Você não foi a primeira hoje. - Ele brinca e ela sorri entrando no estande. Ela não se importa que tenha mais pessoas, mas gosta quando está sozinha, ela se sente mais livre. Ela começa a tirar suas chaves para pegar seus óculos e fones de proteção no armário quando sem querer esbarra em alguém. - Oh... me desculpe. - Ela para quando repara em quem esbarrou. - Jay? Tinha pouca luz na noite anterior, mas ela jamais iria esquecer aqueles olhos penetrantes e aquele sorriso encantador. Ele não estava se lembrando, ela estava na penumbra da noite, então era mais difícil ver ela, mas ao ouvir aquela voz rouca ele sabia exatamente quem era. - Esta tudo bem. - Ele sorri gentilmente e seu olhar de surpresa reflete o dela. - Erin... - - Qual a probabilidade? - Ela sorri deixando suas covinhas a mostra e cara, como ela é linda. Ele pensa consigo mesmo. Ele não conseguiu reparar muito nela na noite anterior, mas agora ele consegue a ver perfeitamente e ele está jurando internamente agora mesmo que essa é a mulher mais bonita que ele já viu. - Bem, acho que agora está pago o esbarrão que dei em você ontem a noite. - Ele sorri para ela. - Acho que sim. - Ambos riem disso e ela continua. - Nunca te vi por aqui, você é novo na cidade? - Ela diz e agora ambos estão pegando as coisas necessárias e deixando as desnecessárias no pequeno armário do campo de tiros. - Não exatamente, nasci e cresci aqui, fui embora por um tempo. - Ele diz e ambos param no caminho para conversar, esquecendo brevemente o motivo de estarem ali. Claro que ele é de Chicago, ele não teria um irmão enterrado no túmulo se não fesse. Ela se repreende e pensando que talvez o motivo dele ter saído fosse esse, igual sua mãe e bem, ela também, ela decide perguntar onde ele esteve e não porque saiu. - Onde você viveu nesses últimos anos? - Ela pergunta e pelo seu olhar nenhuma das duas perguntas eram boas, ela sentiu que aquilo não era algo que ele gostaria de compartilhar, principalmente com uma estranha. - É... me desculpe... - Ela começa. - Eu normalmente não sou tão invasiva assim, não é da minha conta. - Ela nunca foi tão intrometida, mas ela é uma detetive e então explica um pouco, mas ela realmente se arrepende. - Eu servi no exército, soldado do terceiro batalhão. - Ele comenta e ela assente. Ele não sabe porque está contando isso a ela, ele não fala da sua vida pessoal, principalmente essa parte, mas sente que isso não é nada demais se for pensar bem. Ele a segue em direção as cabines de tiro. - Obrigado pelo seu serviço ao nosso país. - Ela sorri para ele. Ela decide não se aprofundar no assunto, ela sabe como são para os soldados, não na pele, mas ela entende, então ela não vai deixa-lo desconfortável. Com isso ela lembra de uma coisa. - Posso te fazer uma pergunta? - Novamente os tiros são esquecidos enquanto eles se encaram. - Onde eu servi? - Ele força um sorriso, ele espera que ela não aprofunde o assunto. Ela notou o sorriso forçado e não sabe porque, mas ela não quer ser a razão disso. - Não, acredito que não é algo que você goste muito de falar, principalmente com desconhecidos. - Ela sorri com conhecimento de causa para ele. Ele a encara impressionado, essa mulher conseguiu ler ele em o que, 5 minutos? - Você me disse que seu nome é Hawkins, fiquei curiosa em saber se... bem... você conhece alguém chamado Nate... quer dizer Nathan Hawkins? - Ela pergunta por coincidência dos sobrenomes e um pouco de aparência também. Ele não vai negar a atração que sentiu por ela, mas vai negar o pingo de ciúmes que sentiu ao ouviu ela dizer Nate, ele pensaria melhor se... - Desde que eu nasci. Ele é o meu irmão. - Ele sorri e não perde o olhar surpreso dela. Ele sabia que ela e Nate não tinham nada, pois seu irmão está noivo, ele queria chamar ela para sair, conhecê-la melhor, mas não sabia se ela tinha ou não um namorado, então decidiu ficar calado. - Você o conhece? - Ele pergunta, mesmo que saiba a resposta. - Sim temos um grupo de amigos em comum, mas muita história por trás disso. - Ela sorri. - Vocês são bem parecidos e tenho quase certeza que ele comentou de você, mas nunca soube o nome. - ela diz reparando nos olhos verdes azulados dele, em seus cabelos castanhos com traços ruivos e seu rosto cheio de sardas. - Bem, espero que você ache que eu sou o Hawkins mais bonito. - Ele está flertando, ele nem sabe de onde tirou isso, mas ele definitivamente está flertando. - Se forem só os dois, eu estou tentada a concordar... - Ela tentou flertar, tentou brincar, mas ela mesma se corta ao pensar no que acabou de dizer, ela se lembra do túmulo, ela estava prestes a se desculpar, a sua tentativa de flertar de volta foi horrível ainda mais se lembrando da noite anterior, mas ele fala primeiro. - Bem, acho que vou perder a aposta, eu tenho uma irmã e digamos, ela é a mais bonita de todos... - Ele não iria mencionar Cory, ele não queria deixar o momento r**m então decidiu mostrar que estava tudo bem. Porque realmente estava, apesar que Cory seria o garoto mais lindo. - Você tem uma irmã? - O coração dela bate rapidamente. Ela se lembra de Nádia e agora é a vez de Jay se sentir culpado, mas ela percebe rapidamente que ele também se lembrou da noite anterior e não quer que ele se sinta mal... - Qual o nome dela? - Emily. - Ele diz sorrindo ao se lembrar da irmã. - Bem, não sabia que o Nate tinha muitos irmãos. - Ela comenta. - Vocês são quatro ou teve mais? - Ela espera não ter forçado, mas não parece isso pelo o olhar dele. - Apenas nós quatro. Ele sorri. - Sua irmã mora em Chicago? - Ela pergunta se encostando na divisória. - Sim, em Carnaryville com meus pais. Ela tem 16 anos e faz um tempo que não nos vemos. - Ele se pega compartilhando. - Bem, agora que voltou podem se reencontrar. - Ela sorri gentilmente e ele retribui mesmo sabendo que não seria tão fácil assim, ele não conversa com a família a alguns anos, mas não continua o assunto. Eles se preparam em suas cabines, colocam os óculos, os fones e pegam suas armas. Eles começam sua sessão de tiros e após alguns minutos eles puxam para ver seu alvo, ambos impressionados com o do outro, mas Jay principalmente, Erin sabia que ele era militar, mas ele não fazia ideia do que ela era e por ela ter dito que conhecia seu irmão, inconscientemente ele pensou que ela era da área da saúde, mas não faria sentido ela atirar, só se fosse como hobby, mas pela experiência com certeza não era. - Wow, você é boa... - Ele se aproxima dela. - Estou me perguntando se você só atira por hobby ou é uma agente secreta. - Ele brinca esperando que ela diga a área que ela atua. - Bem, podemos fazer uma aposta aqui. - Ela arqueia as sobrancelhas, seu sinal de flerte e ele gostou disso, ele sentiu que teria uma chance de conhecê-la melhor. - Eu sou... - Ela é interrompida por seu celular. - Desculpe, eu preciso ir. - Ela pega suas coisas e sai rapidamente, ela tem um caso. Jay Hawkins ficou intrigado com ela, ele conheceu poucas pessoas que chamavam sua atenção, mas aquela mulher tinha algo diferente que chamou a atenção dele, mas agora ele dúvida que o destino colocará ele mais uma vez no mesmo caminho. É então que ele se lembra que seu irmão a conhece, então talvez não seja a última vez deles e ele poderá conhecê-la melhor, ele com certeza irá perguntar dela para seu irmão mais tarde. ... - E ai cara? - Anthony Marques aparece no bar que eles marcaram, é um bar point de policiais, médicos e bombeiros de Chicago. Chicago's Pub. - E ai? - Jay cumprimenta entregando a cerveja que já pegou para o seu amigo. - Como foi hoje? - Ele inicia uma conversa. - Tivemos um bom caso, estávamos trabalhando nele a três dias e finalizamos hoje. Por isso o atrasado. - Ele dá um gole em sua cerveja. - Tudo bem, trabalhei em NY sei bem como é. - Ele também dá um gole em sua bebida. - Bom, conversei com meu chefe, nossa equipe está completa, mas temos um detetive e um analista técnico saindo, eles são casados e estão tendo gêmeos, eles vão se mudar para uma cidade pequena e ser policiais lá para conseguir manter os filhos e o emprego. Meu chefe está interessado em você, disse para mantê-lo informado que assim que liberar a vaga, você consegue sua entrevista. Hawking se mudou para Chicago, pois cansou de fugir, além disso, ele recebeu uma oferta de emprego muito boa na unidade de Inteligência e está pronto para recomeçar sua vida em sua cidade natal. - Bom, me mantenha informado. - Ele agradece a ajuda que seu amigo Mendes está oferecendo. - Como está indo o emprego? - Tommy pergunta. - Está tudo bem. Comecei hoje na academia de polícia, nunca me imaginei sendo instrutor de futuros oficiais, mas até que foi tranquilo. E até a narcóticos não é tão m*l assim.- Ele dá um gole em sua cerveja e percebe que era o último, então ele se levanta e caminha até o balcão para abastecer. - Ei, você pode me trazer duas cervejas por favor? - Ele pede. Uma bartender se aproxima, ela usa uma camisa branca colada no corpo, mas sem decote, ela é n***a e seus cabelos são cacheados até o meio das costas, ela é muito bonita. - Aqui está. - Ela coloca as duas bebidas na frente dele e o observa. - Você é novo por aqui? - Ela repara. Não que ela conheça todos, mas ela sabe quando um é apenas um cliente aleatório e quando o outro tem potencial de ser mais frequente. - Posso dizer que sim. - Ele sorri. Suas mãos estão em volta das garrafas de cerveja, mas ele não faz menção de sair. - Então, bombeiro, médico ou policial? - Ela pergunta, pois a maioria dos clientes do bar são sempre conhecidos. - Espera... - Ela o vê abrindo a boca para responder mas o corta. - ... acredito que bombeiro ou paramédico não deve ser, não que eu conheça todos, mas acho que me lembraria de você... Conheço muitos desses... bombeiro eu acho que saberia mesmo que você não fosse do 13°, mesmo você tendo um porte para ser um... - Ela arqueia a sobrancelha, descaradamente observando o corpo dele. - ... você não tem cara de alguém que trabalha na área da saúde e novamente, não que eu conheça todos os médicos, mas... - Ela sorri quase se gabando. - Então se eu fosse chutar, você deve ser um policial? - Ela se apoia com os cotovelos no balcão. Ela era um flerte. - Hm... Se você não me dissesse sobre o quartel, o hospital e trabalhasse aqui nesse bar, eu chutaria que você é uma vidente. - Ele brinca. - Talvez eu faça isso no meu tempo livre. - Ambos riem. Ele não está flertando, talvez estivesse se sua mente não tivesse em Erin Davis desde hoje cedo. Ele normalmente estaria marcando de sair com essa mulher logo após o expediente, mas ele não quer isso, ele não é assim a muito tempo e a mulher que ocupa sua mente com lindas covinhas e olhos brilhantes é outra das razões. - Digamos que sei fazer muitas coisas. - Ela diz maliciosamente e morde o lábio inferior. Mesmo não usando nenhuma roupa exagerada, ela é uma mulher sexy e com certeza consegue o que quer. - Aposto que sim... - Ele a provoca. - Jay Hawkins... - Ele estende o braço para ela. - Hawkins? Tipo Nate Hawkins? - Ela pergunta esquecendo de se apresentar. - Bem, acho que todos em Chicago conhecem meu irmão. - Ele diz se lembrando de mais cedo. - Como eu disse, aqui é um bar de médicos, bombeiros e policiais. Aliás, sou Stella Marques. - Ela sorri se apresentando. - Marques, como Tommy Marques? - Ele fez a mesma pergunta que ela com um sorriso curioso. - Vejo que você conheceu a minha irmã. - Tommy aparece. - Vocês se conhecem? - Stella pergunta curiosa. - Sim, este é o Jay Hawkins, está substituindo a Miranda na narcóticos. - Tommy conta para a irmã. E Jay pensa que todos nesta cidade se conhecem, ele pensou em uma piada, mas é interrompido. - E ai pessoal!! - Um alto e bonito se aproxima dos três. - Me dá uma cerveja, Stells. - O homem pede com um sorriso. - É pra já. - Ela sorri e pega outra. Os três homens começam a beber e Stella vai servir outras pessoas. - Prazer... Sou Michael Santell e você? - Ele pergunta a Jay. - Jay Hawkins e sim, sou irmão do Nathan. - Ele sorri oferecendo a mão ao homem e fala antes mesmo que ele pergunte, pois viu a pergunta vindo. - Eu estava curioso. - Ele sorri. Logo eles começam a conversar e Stella volta para eles. - O que nossa doutora está fazendo do outro lado? - Mike pergunta. - Shannon está em um curso, vai chegar mais tarde hoje. - Ela conta. - E onde está... - O irmão dela interrompe. - Ela está levando realmente a sério esse curso. - Tommy comenta. - Ela quer mudar, certeza que em breve vai sair daqui, não vai conseguir trabalhar em dois empregos e estudar ainda. - Stella comenta. - Se ela mudar, vou tentar um emprego aqui. - Mike brinca bebendo sua cerveja. - Bem, vou pensar em contratar você mesmo, três mulheres donas deste bar e nenhuma delas trabalham aqui... - Um homem mais velho aparece. - Ei... - Stella olha para o amigo. - O que foi? Não estou mentindo, se continuarem assim não teremos mais um bar. - O homem diz. - Louis está ali tentando flertar com o cliente. Você esta aqui perdendo tempo batendo papo. As outras duas sumiram, nunca pensei que 5 sócios seriam tão terríveis assim. - Ele diz secando a mão com o pano que estava no ombro. - Você sabe que se incluiu nisso, certo Logan? - Mike pergunta e todos riem. - Nunca disse que não, mas por que você não fica quieto e vem para o outro lado? - Logan pergunta jogando o pano nele. - Se você não quiser decretar falência não faça isso. - Aquela voz rouca chama a atenção de Hawkins, não é possível. As covinhas estão evidentes enquanto Erin Davis se aproxima. - Achei que você me amasse.- Mike diz enquanto envolve Davis em um abraço. - Quem disse? - Ela se afasta provocando. - Onde você estava? - Logan interrompe os dois. - Bem eu tenho uma garotinha de três anos que acha que eu vou abandona-la, então palavras dela, não minhas "vou dormir com o vovô, você está me negligenciando!". Juro, quando foi que ela fez 30 e se tornou uma advogada? - Ela brinca. - Desde quando eu disse isso? - Mike comenta. - - Você não presta, ela só tem três. Além disso, toda a culpa disso é sua! - Ela bate no peito dele. Todos riem. E ela finalmente repara em Halstead. - Três vezes em menos de 48 horas? - Ela se aproxima dele. - Vocês se conhecem? - Tommy olha para eles. - Bem, nós... - Aqui está sua bebida. - Stella oferece e ela aceita com gratidão. - Pessoal, pessoal. Provem isso, martini com vodka. - Logan oferece para todos um shot. - Eles aceitam e após brindarem a nada em particular eles bebem. Uns tossem, outros cospem de volta no copo e outros fazem apenas uma careta feia. - Isso é absolutamente horrível. - Stella diz e todos os outros concordam. - Por que você estragaria isso? - Tommy pergunta. - Você deveria deixar as bebidas para a Shannon. - - Davis comenta. - Você é o pior bartender de Chicago. - Stella afirma. - E de Nova York! Olha que eu conheço muitos bares de lá. - Davis brinca e isso chama a atenção de Jay. - Bem, vocês são os piores amigos que alguém poderia ter! - Ele avisa e sai. - Então, de onde se conhecem? - Anthony pergunta novamente. - Não é bem conhecer, nos esbarramos algumas vezes e... - O seu celular toca. - Licença, é o meu pai. - Ela diz e se afasta. Ela não demora muito para voltar. Bom pessoal... eu pelo visto não sou tão horrível, Emma não consegue dormir sem mim e sem você!! - Ela chama a atenção de Mike. . Vou buscar nossa garotinha. - Ela sorri com o pensamento. - Vamos? - Ela pergunta a Mike. - Claro, já perdi uma noite sem minhas garotas, não vou perder outra. - Ele se levanta pagando a sua bebida e a de Davis, eles se despedem rapidamente e saem. Bem, ele agora estava oficialmente com ciúmes. Quem era Mike para Erin? E eles tem uma filha? Bem, ele não vai entrar nesse assunto com os irmãos Marques e então decide encerrar a noite também. ... Na noite após sair do bar Jay decidiu ir para a casa do irmão, ele sabia que ficar em hotel por mais tempo acabaria com suas economias rapidamente e ele planejava comprar um carro e um apartamento o mais rápido possível e não queria gastar muito. Nate era o único de sua família que sabia de sua volta, o Hawkins policial queria se estabelecer na cidade antes de visitar seus pais e irmã, sim ele estava fugindo dos problemas familiares o máximo que podia. - Você pode ficar aqui por enquanto, vamos comprar uma cama maior e colocar no escritório. - Sarah diz enquanto arruma a cama de Matteo. - Ei, está ótimo assim, se o Téo não se importar... Eu não pretendo ficar muito tempo e realmente não quero incomodar. - Jay diz sinceramente a cunhada. - Você não está incomodando, você sabe disso e o Matt, está animadíssimo em ter o tio Jay como colega de quarto. - Nate entra no quarto com um Matt adormecido nos braços e Sarah concorda com o noivo. - Além do mais, você iria gastar todo seu dinheiro com um hotel, nosso vizinho ficou três meses a procura de um. - Ele diz entregando o garoto nos braços de Natalie para que ele pudesse abrir a bi cama da criança. - E mais um mês para conseguir ficar com o apartamento. - Sarah lembra. Nate e Jay saem do quarto deixando Sarah colocar o filho para dormir. - Não vi muito você desde que cheguei, sei que seus dias no hospital estão corridos, eu realmente não queria atrapalhar. - Jay se senta no sofá com uma cerveja. - Você não atrapalha. Além do mais, Matt ficou muito feliz em te ver, não imaginei que ele se lembraria de você. - Nate diz também com sua cerveja na mão. - Bem, tem fotos do tio Jay junto com o pai dele em alguns lugares, acho que foi fácil reconhecer. - Sarah diz após sair do quarto e fechar a porta. Nathan e Sarah se conheceram 4 anos atrás, Matteo foi planejado mesmo que eles não estivessem casados, eles passaram por um momento difícil e Sarah pensou que se esperasse mais não conseguiria engravidar, então agora que seu filho estava com quase três anos eles decidiram finalmente se casar. Apenas alguns meses para se tornarem marido e mulher. Eles ficam conversando por mais alguns minutos antes de finalmente decidirem ir dormir.
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