Capítulo 3

1058 Words
Jay estava ficando em um hotel, pois tinha voltado essa noite para Chicago, já fazia um ano desde sua partida e agora ele estava de volta, ele sentia que devia recomeçar, em dia cidade. Ele queria postar de fugir, queria ficar perto de sua família e sentir que pode fazer algo melhor em sua vida.  - Hey garotinha, você se divertiu essa noite? - Erin pega Emma no colo. Era apenas 20:00 quando ela chegou em casa. - Obrigada Ellen, por olhar ela pra mim. - Ela agradece, a vizinha que já era senhora de idade e sempre que Erin precisava olhava a criança para ela. - Agora vamos colocar você na cama? Hein? - Erin faz cócegas nela enquanto caminham até o quarto dela. - Hoje vai ser pijama das princesas, unicórnios ou arco íris? - Ela pergunta levantando os três. - Pincesa. - Emma aponta com sua voz infantil e embolada. - Ok, agora é hora de princesa escovar os dentes e cama. - Erin a leva até o banheiro e depois para a cama. - Que história você quer hoje? - Ela pergunta, mas já sabe a resposta. Emma estava fascinada por Peter Pan, ela adorava a sininho e no mundo cor de rosas dela, as fadas eram reais. Normalmente, Emma era relutante em dormir, mas ela estava cansada demais pelas datas comemorativas de fim de ano e rapidamente adormeceu. - Boa noite princesa... - Erin se levanta depois de um tempo que ela adormeceu. Ela beija suavemente e carinhosamente a garotinha que ela amava e já tinha três anos que ela entrou em sua vida, uma mudança mágica na vida dela. Ela sai do quarto fechando a porta e apagando a luz, ela decide comer um sanduíche rápido e deixa sua mente vagar em sua irmã, na sua família e em tudo que aconteceu na sua vida. Ela era grata, mesmo que teve momentos difíceis, ela sentia tinha muitos momentos bons, porém ela ainda sentia que estava faltando algo, ela não sabia o que.  Após terminar de se alimentar ela decide tomar um banho quente e longo, deixar que as águas não lavasse apenas a sujeira do dia, mas todo o estresse, o cansaço, a tristeza. Após sua rotina higiênica da noite, ela deu uma última olhada em Emma e adormeceu na sua cama sozinha em dias.  ... Erin acorda as 6 da manhã, ela já lida muito melhor com a morte de sua irmã, mas ainda sim é uma época do ano que a deixa agitada, então ela decide que vai tentar se distrair antes de ir para o trabalho, como o seu pai sempre diz, um detetive desconcentrado é um detetive morto. Sim, ela seguiu o caminho de seus pais, ela é uma detetive e ela ama a profissão que ela escolheu fazer. Ela começa o café, pois ainda é muito cedo para acordar Emma, quando era 2am, a criança se esgueirou na cama de casal, Emma estava extremamente apegada ultimamente, então ela deixa tudo preparado para poder focar mais na criança na parte da manhã. Ela faz panquecas, corta morangos, faz um suco para Emma e café para si. Com o café da manhã pronto ela vai para o banheiro e faz sua higiene matinal e decide acordar sua garotinha. Com sopros leves e suaves em seu rosto angelical ela acorda. - Bom dia, babygirl. - Bom dia... - Emma coça os olhinhos sonolentos. - Pronta para tomar café e ver o vovô Henry? - Erin pergunta acariciando o rosto dela e tirando as cobertas do pequeno corpo. - E a vovó Liv? - Ela pergunta sorrindo. - Sinto muito, mas vovó já viajou, mas você sabe o que? - Ela diz pegando a menina no colo. - Não... - Ela olha curiosa. - Nossa vamos visitar a vovó Liv em Nova York em breve. Você quer isso? - Ela pergunta se dirigindo para a cozinha. - SIIIM!! YAY!! - Ela grita entusiasmada e consegue um sorriso de Erin. - Ok minha lutadora. Vamos tomar café da manhã que eu vou te deixar com o vovô Henry antes de irmos para a creche. - Ela diz colocando o suco de laranja na frente da menina que está com a boca cheia de panqueca com mel. - Eu quero ficar com você e o vovô Henry!!! - Ela faz olhinhos de cachorrinho. - Eu sei meu amor, mas você sabe que temos que trabalhar. - Ela acaricia os cabelos loiros da menina. Com o café tomado, Davis leva a menininha para se preparar e logo as duas estão na casa de Vaughan. ... - VOVÔ HENRY!!! - Emma é uma garota muito entusiasmada para uma manhã de sábado. - Olha se não é minha garota preferida!! - O homem mais velho se abaixa e pega a neta. Após os comprimentos ele repara que sua filha está parada na porta. - Não vai entrar? - Ele pergunta.  - Não, na verdade você vai precisar deixa-la na creche para mim, te encontro no distrito. - Ela diz e pelo olhar, seu pai sabe onde ela está indo. Ela sempre vai ao estande de tiros quando tem muito na cabeça, quando está pensando demais. - Certeza? Não quer entrar tomar um café? Ele oferece, querendo que ela se abra com ele.  - Tenho sim. - Ela sabe que ele espera que ela queira conversar, mas ela realmente não quer e ela definitivamente não vai.  Ela não quer ter esse tipo de conversa, seus pais já tentaram até terapia, mas ela sente que essa coisa de conversar não é para ela, então uma coisa que a acalma, que tira sua mente de tudo isso é ir para o estande de tiro, é trabalhar e ajudar pessoas, tentar fazer algo pelas pessoas e pela cidade, então ela não vai entrar e tomar café com o seu pai que só vai fazer mil e uma perguntas das quais ele sabe que se fosse ao contrário, seria ele quem estaria fugindo do assunto, ela é filha dele, ela sabe como é, pois se ela é assim, bem adivinhe de quem ela puxou?   - Tchau meu amor, eu te amo e te encontro mais tarde! - Ela beija a bochecha da garotinha e sorri para o pai e vai embora antes que ele tente outra jogada para que ela entre. 
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