VIOLETTA — Vai ficar me olhando com essa cara de cachorro sarnento? _Elevo uma sobrancelha, ironicamente. — Você está me desafiando, não acredito que seja tão estupida. Sorrio. — Está com medo? Que prazer surreal ver você trancando. Não passa nem Wi-Fi, não é? _Eu debocho. — Não me testa, garota. _Repreendeu-me com seu olhar f**o. Tenho certeza que era uma catarata bem no canto. — Diga o que o senhor governador quer? Porque duvido muito que requisitou a minha inestimável e surpreendente presença aqui, nesse restaurante chique, para nada. _Mando um beijinho para ele, sorvendo minha água. — Você desapareceu com ele e não fez o serviço. _Percebeu. — Você não queria que eu desse um perdido no bastardo? Eu fiz o que pediu. — Você não o matou. Eu queria a morte do infeliz. — Ah, legal.

